sexta-feira, 28 de novembro de 2008

sardinha ao molho

Preparação de Sardinha ao molho:
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.

Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha


ver aqui a receita

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sardinha fica sete vezes mais cara entre a lota e o mercado

Um quilo custa 0,69 euros à saída do barco e é vendido ao público a 4,65 euros
Por José Manuel Rocha

Um quilo de sardinhas, acabadinhas de sair do barco, é vendido na lota de Matosinhos a um preço médio de 0,69 euros. É transportado para um mercado do Porto ou entregue numa peixaria das imediações. Meia hora depois, entra um cliente para comprar um quilo da mesma sardinha. Custo: 4,65 euros.

Num curto espaço de tempo, meia dúzia de quilómetros cumpridos, o preço da espécie mais pescada em Portugal multiplicou-se sete vezes. É caso para dizer que o peixe, tão querido da dieta alimentar dos portugueses, "está pela hora da morte".

As contas foram feitas a partir da informação avançada pela Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura, referente à actividade da frota nacional nos três trimestres que o ano já leva. As capturas somam um forte incremento (mais 19 por cento face ao mesmo período do ano passado no Continente). Um forte ganho de produtividade, porque não houve um aumento do número de embarcações e de pescadores a bordo. Mas a lei da oferta e da procura parece não estar a funcionar, porque os preços queimam mais do que nunca a bolsa dos portugueses.

A pescada é outro exemplo de multiplicação, não dos peixes, mas do custo. O preço médio apurado à saída das lotas para esta espécie é de 3,08 euros por quilo. No mercado, a Direcção-Geral situa um preço final médio de quase 9,7 euros, um acréscimo de mais de 300 por cento que se dilui nos circuitos de comercialização. Outro caso onde maior abundância não significa preço mais em conta é o do polvo - o molusco que é, já, a terceira espécie mais extraída no Continente, este ano com um crescimento nas capturas de 164 por cento face aos primeiros nove meses de 2007. Sai a um preço médio de 4,3 euros por quilo e é reclamado no mercado a 10,14 euros - duas vezes e meia mais caro. Amplitude semelhante encontra-se nos valores a que é transaccionado o peixe espada preto, tendo o linguado uma valorização bastante mais suave - 33 por cento entre a descarga e a peixaria.

Ano de excepção

A actividade da frota portuguesa está a ter, este ano, resultados de excepção. As capturas totais aumentaram, nos três primeiros trimestres, 12,5 por cento face ao período homólogo de 2007. No Continente, a extracção está 19 por cento acima do valor do ano passado, cortando com o cenário de estagnação vivido entre 2006 e 2007.

Entre Janeiro e Setembro deste ano, a frota nacional descarregou 133,4 mil toneladas de pescado, das quais 116,8 mil toneladas dizem respeito à extracção nas águas do Continente. A arte do cerco, onde se incluem as capturas de sardinha, carapau e pescada - espécies fundamentais no balanço económico do sector -, é responsável por metade do total pescado, seguindo-se, em nível de desempenho, a pesca polivalente e a do arrasto, que exige embarcações de maior porte e mais bem equipadas.

Os barcos matriculados na região autónoma dos Açores descarregaram 10 mil toneladas, um recuo de 27 por cento face a 2007, e os da Madeira ficaram-se pelas 5600 toneladas, ligeiramente abaixo do resultado obtido nos primeiros três trimestres do ano passado.

A sardinha continua a ser a espécie mais pescada em Portugal, com um total de 50,4 mil toneladas descarregadas nos portos nacionais (cerca de 38 por cento do total). De um ano para o outro, aumentou 22 por cento as capturas. Este segmento específico da pesca nacional está a colher os frutos de uma prática exemplar de preservação dos stocks.

Há uma década, temeu-se que o caminho apontava para um progressivo desaparecimento dos recursos. Mas os defesos que todos os anos são observados pela frota e a utilização de tecnologia menos predadora (que visa a protecção dos indivíduos juvenis) acabaram por produzir resultados, visíveis na recuperação das capturas.

Seguem-se, no balanço de capturas e por ordem de grandeza, a cavala, com 17,5 mil toneladas, e o polvo, com uma quase triplicação das capturas nos períodos em análise (de 4,3 para 11,4 mil toneladas). A seguir, vêm o carapau, o verdinho e o peixe espada preto.

Jornal Público

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Sardinhas em papier maché

Sardinhas em papier maché para todos os gostos.

sardinhas às cores

Sardinhas em papier maché

Sardinhas em papier maché para todos os gostos.

Receita da sardinha ao molho

Sardinha ao molho:
Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha

Preparação de Sardinha ao molho:
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.

via saborosas.com

Escolinhas e sardinhas

LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Rio de Mouro
Carregadinho de pão louro.
Arre burrinho da Rinchoa
Carregadinho de meloa.
Arre burrinho, arre burrinho
Castanha assada e muito suminho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre burrinho de Moscovo
Carregadinho de ovo.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
E.B.1/JI de Fitares
4º B

Pacific sardine

Pacific Sardine (Sardinops sagax caerulea)
Pacific sardine population levels are high, and no overfishing is occurring.
• The Pacific Fishery Management Council sets an annual quota for the harvest of Pacific sardine based on scientific assessments of the species.
• Sardines are very high in selenium and vitamin B12 and high in calcium, niacin, and phosphorus, but they are also high in cholesterol. For more information, see Nutrition Facts. (USDA)
• The Pacific sardine has experienced a remarkable comeback after populations dropped drastically in the 1950s. Today, this species and fishery are thriving once again.

The Coastal Pelagic Species (CPS) Fishery Management Plan (FMP) was implemented in 1999 to manage Pacific sardines along with other coastal pelagic species. Pacific sardine is assessed annually to provide a scientific basis for the annual harvest guideline (quota) that is established by the Pacific Fishery Management Council for the U.S. fishery. The FMP also includes a limited entry program, provisions to reduce bycatch and bycatch mortality, and monitoring through logbook and observer programs. In 2003, Amendment 10 established a maximum fleet capacity for the CPS fishery, allowed the transfer of limited entry permits, and established criteria for issuing new permits. Amendment 11 was implemented in 2005, establishing the current framework for allocating the coastwide harvest.

Pacific sardine is a transboundary resource, meaning that these fish migrate across international boundaries. To ensure sustainability of the coastwide fishery, Mexico, Canada, and the United States are working to coordinate fishery management and science. The three countries meet annually at the Trinational Sardine Forum.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Mercado exótico



100 pacotes de pauzinhos=2,5 euros








Um local excelente para comprar ingredientes chineses e indianos, o mercado do Martim Moniz, que descobri há pouco tempo.
Pour acheter des produits alimentaires chinois et indiens, le Martim Moniz, en plein centre de Lisbonne.

domingo, 2 de novembro de 2008

my dad & sardines

my dad & sardines
American Poetry Review, The, Jan/Feb 2004 by Derricotte, Toi

my dad's going to give me a self
back.
I've made an altar called
"the altar for healing the father & child,"
& asked him what I could do
for him so he would
do nice for me. he said I should stop
saying bad things about him &, since
I've said just about everything bad
I can think of &, since . . . well,
no, I change my
mind, I can't promise
him that, but even healing is
negotiable, so, if he's in
heaven, or trying
to get in, it wouldn't hurt
to be in touch. the first thing I want is to be able to
enjoy the little things again-for example, to stop peeling

down the list of things I
have to do &
enjoy this poem, enjoy thinking about how, scouring
the cupboards, I found a
can of sardines that
must be five
years old &, since I was home after a long
trip & since it was I A.M. & I hadn't eaten
dinner & since there was no other
protein in the house, I cranked it open &
remembered that
my dad loved
sardines-right before bed-with
onions & mustard. I can't get into my
dad's old heart, but I remember that look on his
face when he would load mustard on a saltine, lay a little
fish on top, & top it with a juicy slice
of onion, then he'd look up at me from his soiled
fingers with one eyebrow
raised, a rakish
grin that said-all
for me!-as if he was getting away
with murder.
Copyright World Poetry, Incorporated Jan/Feb 2004
Provided by ProQuest Information and Learning Company. All rights Reserved
http://findarticles.com/p/articles/mi_qa3692/is_/ai_n9346726

sábado, 1 de novembro de 2008

As sardinhas e os livros















Céu da Boca
Lembranças saborosas da infância por João Luís de Almeida Machado, Editor do Portal, Planeta Educação, Brasil

"Deliciosos e suculentos peixes. Os frutos do mar e as pescadas são as mais fortes reminiscências das refeições de minha infância. Morávamos no Litoral Norte de São Paulo, mais especificamente em São Sebastião, que lá pelos idos dos anos 1970 ainda não sofria com os congestionamentos e a presença tão acentuada de milhares de turistas a cada final de semana atrás de um abençoado lugar nas belas praias daquela localidade tão espetacular".

"Sardinhas fritas ou assadas eram uma constante no cardápio de minha casa. Deliciosas e crocantes faziam nossa alegria e complementavam ricamente o almoço caseiro".

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

almoço

Caros amigos,

Hoje, em comemoração do lindo dia que está e do primeiro comentário enviado ao Sardinha de Pé, vou comer uma sardinha de lata (e para tal vou abrir uma preciosa lata, ainda tenho que escolher qual delas, tenho pena, coitadinhas), acompanhada por uma salada de tomates - biológicos - e uma sopa de cenoura. E para terminar uma fatias de queijo (também biológico), com uma pão - fresquissimo - de Mafra.
Pronto, já sabem tudo, sim, sim, tudo.


PS: ah, mas sim, estou a trabalhar

Adivinha


En honneur a mon premier commentaire, voici un petit jeu.
Quel est l'intrus?

Para festejar o primeiro comentário neste blog, um joguinho: quem é o intruso?

domingo, 12 de outubro de 2008

Suculento seviche do sardinhas

Encontrei esta deliciosa receita, neste delicioso blog Senhor Prendado

I N G R E D I E N T E S

Sardinhas frescas
Sal grosso
Vinagre de vinho branco
Azeite de oliva
Alho fatiado em lâminas finas
Pimenta “dedo de moça”cortada em rodelas finas
Pimenta em grão ( rosa,branca e do reino)
Ramo de alecrim
Folhas de louro
P R E P A R A Ç Ã O

Limpe bem as sardinhas, abra-as, elimine a cauda e a barbatana do dorso de modo a obter “filés” de sardinhas inteiras. Numa tijela de vidro espalhe uma camada de sal grosso no fundo e sobre ela uma camada de sardinhas justapostas, outra camada de sal e assim sucessivamente até terminar com uma camada de sal. Tape a tijela e deixe as sardinhas desidratarem no sal por exatas TRES HORAS
Passado o tempo necessário retire as sardinhas do sal, sacuda-as e raspe com uma faca o sal para remove-lo. NAO LAVE AS SARDINHAS. Lave a mesma tijela utilizada, seque-a bem e justaponha novamente as sardinhas em camadas. Cubra totalmente todo o conteúdo com o vinagre branco tape novamente a tijela e deixe repousando por mais TRES HORAS.
Por último despeje o vinagre, retire as sardinhas seque-as num pano limpo. Lave mais uma vez a tijela, seque-a e espalhe no fundo algumas lâminas do alho, um pouco da pimenta vermelha em rodelas, uma folha de louro,os grãos de pimenta e vá justapondo as sardinhas sempre intercalando as camadas com os temperos, de forma sucessiva.
Ao final cubra todo o conteúdo com azeite de oliva de boa qualidade, tape a tijela deixe as sardinhas totalmente imersas repousando no azeite por no mínimo DOIS DIAS antes de consumi-las. Conserve em temperatura ambiente, fora da geladeira.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Amuo

Ainda estou zangada.
Mesmo assim comprei latas de sardinha, de marcas completamente desconhecidas (para mim, pelo menos) e arrumei-as no armário da cozinha, em previsão de uma sesssão fotógráfica em tempos de paz.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

A terrivel verdade da sardinha do sábado

Maravilhosos ausentes,

O sábado passado fui envenenada por uma sardinha!
Estive doente todo o santo dia e ainda estou em recuperação, mas este é um facto e tão cedo não sei se vou poder aproximar-me da minha musa. Até cometi o sactrilégio de congelar sardinhas, foi um dia em que o mundo perdeu a cabeça, sardinhas no meu congelador (para não as deitar fora, um sacrilégio ainda pior).
Bem, mas o que é facto é que aconteceu. Parce que é um virus que anda por aí, mas a mim só me atacou após a ingestão da fatidica sardinha.
Assim sendo, desenvolvi uma teoria e é com apreensão que a exponho publicamente a uns potenciais milhões de leitores. Será que a sardinha se vingou (por eu ter criado este blog)? será que aproveitou a oportunidade de uma exposição pública para se vingar de todas as sardinhas comidas e digeridas até hoje?
Há que confesssar que é uma grande coincidência e eu não acredito em coincidências (ou acredito?).

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Influências portuguesas na pesca da sardinha no Brasil

Na década de 30 iniciou-se na baía da Ilha Grande a salga da sardinha, introduzida por imigrantes japoneses e portugueses.Chegaram a existir várias fábricas espalhadas por toda a ilha mas entraram em decadência devido ao declínio dos estoques pesqueiros que as levaram à ruína.
Tal redução da pesca deu-se a partir da década de setenta em função de diferentes processos concomitantes e correlacionados, tais como: a pressão de grupos externos de pesca, a redução dos mananciais, o fechamento das fábricas de sardinha e a criação das unidades de conservação (APA Tamoios, Parque Estadual da Ilha Grande, Reserva Biológica da Praia do Sul, Parque Estadual Marinho do Aventureiro
Hoje, das diversas comunidades da Ilha, apenas a de Provetá vive da pesca, sabendo-se que os donos de barcos dedicam-se também ao trabalho com translado de turistas nas épocas propícias.Muito eloqüentes e expressivas da mudança do eixo econômico da atividade da pesca para o eixo econômico da atividade do turismo na Ilha, são algumas das antigas fábricas de sardinha, hoje transformadas em pousadas.

http://www.ilhagrande.org

La bérité chour la chardinha.

Yé bé bou dire des choses chour les chardinhas, qué bous né connaichez pas. Car les chardinhas auchi, émigrent des fois.

Donc, mes connaichanches, academicas et praticaches, yé les mettrai ichi, oune contribouchion à la développement de la chienche.

Abec amour et chodade.

Chardinho.

Atentados à sardinha: pescar com dinamite

Ocorre cada vez com mais frequência em Espanha um dos mais destrutivos métodos de pesca de sardinha: a pesca com Dinamite.
O explosivo é atirado da embarcação de pesca e explode, trazendo à superfície, os cardumes confusos de sardinhas. O peixe está desorientado e concentra-se numa área reduzida onde é fácil recolhê-lo com as redes.
Mas segundo Pablo Carrera do Museo del Mare de Vigo:
“A velocidade de difusão do som é de 1500 metros por segundo. Destrói o ouvido interno da sardinha, onde reside o sentido de equilíbrio e a sua bexiga natatória, que lhe permite controlar a profundidade. Se não fôr capturada acabará por morrer sozinha em poucos dias.”
A onda destrutiva arrasa também o fitoplacton e o zooplancton, base da alimentação de diversas espécies marinhas.
Tendo em conta a amplitude e gravidade da ameaça a polícia espanhola começou a usar cães para cheirar a carga dos navios de pesca, tendo estes respondido com a colocação da dinamite em contentores estanques presos a bóias que localizam por GPS.
A esta história triste, motivada pela infinita ganância do Homem, falta ainda somar um detalhe… Segundo a reportagem do El Mundo:
“Todos os explosivos encontrados em bóias são de fabricação portuguesa. A nossa suspeita é que vem daí. Um das vias de penetração podem ser os barcos que operam na campanha da sardinha no norte de Portugal.”
in El Mundo, 2006

União possível


Entre a salsa e a sardinha...

Locrio de pica pica (sardinas en salsa picante)

Ubicación
País: República Dominicana
Comunidad:
Típica de: República Dominicana
Provincia
Características
Alimentos Base: Sardinas
Dificultad: Media
Tiempo preparación: 35 min.
Comensales 4
Estacionalidad:
Ingredientes
4 tazas de arroz5 latas de sardinas en salsa de tomate picante6 tazas del agua5 cucharadas de aceite4 cucharas de pasta de tomate1/2 taza de ajíes cortados en cubos.1 cucharadita de ajo triturado1/4 taza apio picadito1 cucharadita de perejil finamente picado (opcional)Sal
Preparación
Si no encuentras sardinas en salsa de tomate picante compralas en salsa de tomate y añade salsa Tabasco a tu gusto. Saca las sardinas de la salsa y reserva.En un caldero calienta un poco el aceite, agrega el ajo, las hierbas, la pasta de tomates, las especias y la sal. Revuelve y las sardinas de una lata, deja sofreir por un rato. Añade la salsa que retiraste de las sardinas.Agrega el agua restante y lleva a punto de ebullición. Agrega el arroz. Revuelve regularmente para evitar que se queme en el fondo. Cuando toda el agua ha evaporado agrega las sardinas restantes y cubre con una tapa y deja a fuego muy bajo por 15 minutos. Destapa, revuelve, agregue el aceite y cubre otra vez. Espera otros 5 minutos. Prueba el arroz, debe estar firme pero blando. En caso necesario, cubre y deja otros 5 minutos en fuego muy bajo.

Escabeche de sardinas - Espanha

Ubicación
País: España
Comunidad:
Típica de: Jaén
Provincia
Características
Alimentos Base: Sardina
Dificultad: Fácil
Tiempo preparación: 35 min.
Comensales 4
Estacionalidad:
Ingredientes
1/2 Kg. de sardinas medianas 2 dl. de aceite de oliva4 cucharadas de harina Una cabeza de ajo2 vasos de vinagr 2 cucharaditas de pimentón. 2 hojas de laurel Un ramito de tomillo Perejil Unos granos de pimienta Sal
Preparación
Limpiar bien las sardinas, retirar las cabezas y vísceras. Sazonar y pasar por harina. Freírlasen una sartén con aceite e irlas poniendo en un recipiente a ser posible de barro. En el mismo aceite freír los ajos fileteados y apartar la sartén del fuego una vez que estén dorados, dejar que baje un poco la temperatura del aceite e incorporar el pimentón, el laurel, el tomillo y el perejil, a continuación calentar de nuevo, un poco el aceite pero teniendo cuidado de que no se queme el pimentón y añadir el vinagre dejándolo hervir unos 3 minutos a fuego lento y una vez pasado este tiempo verter el contenido de la sartén sobre las sardinas procurando cubrirlas por completo, (si fuera necesario podemos añadir un poco de agua).Dejar el escabeche reposar al menos durante un día o más. Una vez pasado este tiempo sacar las sardinas y tras colocarlas en una fuente verter la salsa restante después de pasarla por un colador.

Empanada de sardinas (Argentina) - receita III

Ingredientes
500 gramos harina2 cucharadas polvo de hornear150 gramos manteca o margarina2 huevos1/2 cucharadita pimentónSal y pimientaRelleno:aceite750 gramos de cebollas1 cucharada pimentón500 gramos de sardinas100 gramos jamón serrano3 huevos duros1 lata de morronesharinahuevo para pintarsal y pimienta
Preparación
Colocar la harina con la sal, el pimentón y el polvo de hornear en la mesa en forma de corona, agregar la manteca y mezclar hasta lograr una masa granulada, hacer nuevamente el hueco e incorporar los huevos y cantidad de agua necesaria hasta unir la masa, que no se pegue en la mesa.Alisar y dejar reposar tapada con una servilleta durante una hora. Dividir en dos partes. Luego estirarla y forrar una tartera aceitada, con una parte de la masa.Colocar el relleno y tapar con la otra porción de masa. Pintar con huevo batido y cocinar en horno moderado durante media hora.El relleno: Cortar las cebollas en juliana fina y rehogar en aceite, escurrirla y condimentar.Limpiar las sardinas, sacando también la cabeza y la cola y desescamarlas. Abrirla por la mitad y retirar la estructura de espinas central. Salarlas, pasarlas por harina y rehogarlas en aceite.Al colocar sobre la masa, poner la cebolla sobre la base, y sobre ella colocar las sardinas; encima colocar los morrones cortados en juliana, los huevos duros picados y el jamón serrano cortado en cubos chicos.
http://www.publiboda.com/cm/pbreceta/2480/EMPANADA_DE_SARDINAS.html

Comprar sardinhas (nos States)

ABOUT SARDINES Order Online at the #1 Source for Gourmet Food and Gift Baskets
Buy Sardines online from igourmet.com! Please visit our online store and go shopping at the number one imported food delivery service in the USA. Fishing for sardines can be traced back thousands of years. The rich, full flavor of these small, oily fish has made them favorites all around the world. Whether smoked like English kippers, canned in oil, or covered in a rich sauce, sardines can be enjoyed at any time of day. To find the best gourmet foods and gift baskets online, begin your search at igourmet.com.

Sardine Pâté - receita III

Sardine Pâté Ingredients
3.5 oz can of skinless, boneless sardines in olive oil 1 tablespoon of butter 3 tablespoons of fresh cilantro, finely chopped Juice of half a large lemon Pinch of turmeric Pinch of cayenne pepper (or freshly ground black pepper if you prefer) Salt to taste
Instructions (Couldn't be easier ...) Empty the contents of the can of sardines, including the olive oil into a medium sized bowl, add all the other ingredients and mash together with a large fork until you reach your desired consistency. Spoon on to hot buttered toast for a nutritious lunch or if you are entertaining, or want a more formal appetizer you could use a food processor for a more creamy emulsion. Serve in a ramekin, decorated with cilantro leaves with toasted pita bread triangles or crostini.

in supermarket guru

Sardinhas da Nazaré - Receita II


Amanhe e tempere as sardinhas com sal e deixe-as repousar 2 horas. Lave-as, enxugue-as, passe-as por farinha e frite-as em azeite juntamente com os alhos. Disponha-as numa travessa e regue-as com a azeite da fritura, juntamente com o louro, a salsa picada e o vinagre.


in Comezainas Clix

Questões metafisicas (de sardinhas)


Porquê?

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Montes submarinos: Biodiversidade e Pescas

Telmo Morato e Daniel Pauly editaram recentemente um relatório sobre “Seamounts: biodiversity and fisheries”. Este relatório, editado pelo Fisheries Centre Research Report 12(5), faz uma revisão do conhecimento actual em montes submarinos e apresenta informação nova sobre biodiversidade de invertebrados e peixes, sobre vulnerabilidade às pescas de peixes dos montes submarinos, e apresenta também uma análise preliminar das pescarias mundiais que se fazem em montes submarinos. Este relatório foi apresentado no passado dia 7 de Junho numa conferência nas Nações Unidas e serviu de base para algumas ONGs requerem uma moratória sobre a pescas de arrasto de profundidade em montes submarinos. Este trabalho pode ser consultado online em http://www.seaaroundus.org/report/seamountsF.htm. Telmo Morato é um investigador portugês, do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, que se encontra a realizar o doutoramento no Canadá na Universidade de British Columbia.

Chaise Sushi


Eu sei, eu sei, não é uma sardinha. Mas merece destaque neste sitio, e faria sem dúvida boa companhia a qualquer sardinha.

Sardinha Ibérica

No sábado passado, na loja do Jumbo de Cascais, a diferença entre o preço da sardinha de origem espanhola e a portuguesa causava grande agitação entre os clientes. Toda a gente perguntava porque é que a primeira custava 2,90 euros e a portuguesa 7,90. Sem resposta para as diversas questões da clientela, a simpática funcionária da bancada do peixe disse "Talvez seja porque uma dança sevilhanas e a outra canta o fado."
in Diário de Noticias

Da conserva da sardinha - I

Em Portugal, o processo da appertização foi utilizado pela primeira vez em 1865, numa fábrica de atum em Vila Real de Santo António, no Algarve. Por sua vez, a sardinha em conserva teve o seu "berço" em Setúbal em 1880, quando o bretão Delory, tentando aproveitar os óptimos recursos pesqueiros da região, ali fez instalar a primeira unidade conserveira destinada àquela espécie.

in O Sector Conserveiro Português

Fernando Chagas Duarte

Portimão e a pesca da sardinha

(…) Portimão continua a ser, ainda hoje, o terceiro porto sardinheiro do país, atrás de Leixões e Peniche. Mas a actividade está em crise. Não só por causa das políticas restritivas da União Europeia, que têm apoiado mais o abate de embarcações do que a sua modernização, mas também devido ao próprio estado do recurso e à procura que ele tem ou deixa de ter. Carlos Vital revelou que a uma subida quase contínua na tonelagem de sardinha capturada entre 92 e 97, tem-se seguido, nos últimos anos, uma queda acentuada, e "este ano as coisas têm andado particularmente mal". Telmo Gil, em representação da Barlapescas, empresa que controla cerca de 70% da sardinha vendida na lota de Portimão, o que a leva a deter à volta de 20% da cota nacional (e 16% da cota das vendas à indústria conserveira), concorda. "Falta peixe e falta mercado", diz, "por causa da situação das conserveiras". E acrescenta que o pior está ainda por vir. "A Associação Nacional da Indústria Conserveira prevê cortes nas compras já no próximo ano. E nos últimos dois anos, os cortes nas compras ascenderam a cerca de 20 mil toneladas". Quanto ao peixe, o problema não é a ausência, mas sim a qualidade. "Há sardinha", diz Gil, "mas há muita sardinha pequena que não tem valor comercial". É provavelmente uma consequência de um fenómeno que tem vindo a ser estudado pelos cientistas ligados à pesca, relacionado com as medidas de protecção dos recursos que estabeleceram uma determinada malha mínima da rede a fim de não capturar animais demasiado jovens, e deixar que os peixes se reproduzam, mantendo assim o stock. Acontece que aparentemente estas medidas têm tido em várias espécies o efeito perverso de favorecer a sobrevivência dos animais de menores dimensões em detrimento dos maiores, que são pescados em maior quantidade, diminuindo assim a dimensão média dos peixes. Numa analogia canina, é como se durante gerações se fossem matando todos os cães que atingissem um certo tamanho: ao fim de algum tempo só restariam caniches.(…)

in Região Sul

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

De onde vêem as sardinhas?

Vou tentar manter o ritmo de um post por dia, por enquanto ninguém lê, mas há que batalhar por uma boa causa, que diabos. As sardinhas, essas mini-sereias aladas e aluadas, merecem-no. Ora bem, qual a origem da palavra sardinha?
Tanto quanto sei, da Sardenha, ao largo da qual navegam bandos desta bem-amada, pitéu apreciado dos autóctones.

Receita nº1 Sardinha assada na brasa

Dispõem-se as sardinhas frescas num prato e salgam-se com generosidade.
Colocam-se na grelha até ficaram ligeiramente tostadas e estaladiças.
Entretanto cozeram-se umas belas batatas novas e preparou-se uma salada com tomate maduro, alface, pimentos, polvilhada de salsa e oregão. Rega-se o todo com azeite, de preferência biológico e com sumo de limão.
Desfruta-se ao ar livre, por baixo de um toldo e acompanhada pela sua bebida de eleição.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Boa noite


Sonhos de sardinhas.

Procuram-se


Contadores de histórias de sardinhas: cozinheiros, pescadores, escultores da maré baixa, curiosos.

Fim de Agosto


Numa praia perto de si, estes (ainda) pescadores puxam as redes como os seus antepassados há vários séculos. Preocupo-me com a renovação demográfica desta população, mas eles não: atrás do tractor, vem um jovem louro, com os cabelos salgados e uma argola de prata na orelha. Há gestos que não se perdem.
Na praia aproximo-me, há uma roda perfeita de veraneantes, curiosos e clientes, que esperam pelas cavalas, carapaus, e outras sortes que o mar queira trazer.
Não tenho saco nem balde de praia, lá atrás as duas meninas riem nas suas adolescências e acabam por se aproximar, curiosas.
Quanto é o quilo?
Os pescadores não têm pressa, mas todos os gestos são rápidos e revelam impaciências. Colocam-se os tabuleiros, e dividem-se as familias dos peixes. Alguns caranguejos são atirados para a areia, triste sorte.
Pois não sabe menina que na praia o peixe tem outro pesar. 10 sardinhas 5 euros.
No meio da multidão, conquisto o meu saco de plástico com dez sardinhas semi vivas.
Lembro-me ainda de uma vinda à noite aqui ou noutro bocado da praia, o barco a chegar, e as luzes dos candeeiros a gaz, as vozes das pessoas que não se viam, mas adivinhávamos aqui e ali, e a minha mãe. Tenho saudades. Quero que estes momentos durem e durem e que os meus filhos, os filhos dos filhos deles, continuem a regatear as sardinhas à meia-lua.

Elogio à Sardinha


Em primeiro lugar, um elogio à sardinha: à graciosidade, ao prateado lunar, à sua inteligência individual e colectiva e à sua simpatia.

Um convite à participação dos amadores de sardinha, e porque não de carapaus, sargos ou trutas.

O que vou tentar trazer para este mini fórum público: histórias de sardinha, raramente contadas pela própria, mas quando possivel num registo biográfico; maneiras de ver e (re)interpretar a sardinha, no prato, pois claro, mas também em fotografia, cinema (porque não?), dança, pintura.

Um convite aos pescadores, para que venham também, contar a história do seu longo namoro com estas esguias beldades.

Bem vindos

Blog exclusivamente dedicado à cultura da sardinha.