Em primeiro lugar, um elogio à sardinha: à graciosidade, ao prateado lunar, à sua inteligência individual e colectiva e à sua simpatia.
Um convite à participação dos amadores de sardinha, e porque não de carapaus, sargos ou trutas.
O que vou tentar trazer para este mini fórum público: histórias de sardinha, raramente contadas pela própria, mas quando possivel num registo biográfico; maneiras de ver e (re)interpretar a sardinha, no prato, pois claro, mas também em fotografia, cinema (porque não?), dança, pintura.
Um convite aos pescadores, para que venham também, contar a história do seu longo namoro com estas esguias beldades.
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