domingo, 14 de novembro de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

No Tejo também se pesca






















Boa Páscoa, coma uma sardinha






















Uma marca de sardinhas pouco conhecida, na esperança que uma nova dinâmica mantenha e fortaleça todas as conserveiras. É a nossa história, o nosso património, a economia a funcionar e postos de trabalho preciosos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Um postal especial





















Não tarda nada, recomeça a estação das sardinhas.

via A minha Colecção de Postais

Indústrias conserveiras optimistas com certificação da sardinha portuguesa

12 JAN 10 às 12:29
" A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que sexta-feira vai ser atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e avança que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.
«O que se pretende é valorizar o produto do ponto de vista do preço a que é vendido junto do consumidor final», afirma à Lusa Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, que espera que o consumidor saiba valorizar as conservas certificadas das não certificadas no acto da compra.

O responsável adiantou que das 14 indústrias conserveiras a nível nacional a transformar sardinha, 11 já foram sujeitas a auditorias e deverão em breve ter conservas de sardinha com o rótulo azul de qualidade atribuído da «Marine Stewardhip Council» (MSC).

Narciso Castro e Melo revelou que as conserveiras modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha.

Para o secretário-geral da associação, a certificação era aliás «indispensável para aumentar a competitividade» da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.

«É um sector que exporta 60 por cento da sua produção e tem clientes estrangeiros nomeadamente do mercado inglês que exigem a certificação», justificou, sendo esperada uma maior valorização do preço de venda das conservas certificadas.

«A sardinha certificada só traz benefícios para o consumidor porque é uma garantia de qualidade e o consumidor dá resposta ao aumento de qualidade», assegurou António Pinhal, administrador da conserveira “Pinhais e Companhia Lda”, indústria com 89 anos que continua a adoptar métodos de fabrico artesanais nas conservas de sardinha.

Uma estratégia que permite à conserveira de Matosinhos ter um produto de maior qualidade, reconhecido sobretudo no mercado externo ou em lojas gourmet portuguesas.

«As pessoas estão a valorizar a qualidade e não se importam de pagar mais caro», acrescentou.

Por ano, são comercializadas em todo o país 25 mil toneladas de sardinha em conserva, 60 por cento das quais destina-se à exportação, o que permite facturar 250 milhões de euros.

Em todo o mundo, mais de 1500 organizações e sete milhões de toneladas de pescado (12 por cento do total de capturas) estão envolvidas em processos de certificação da MSC, sendo que quatro milhões de toneladas de peixe já são certificadas."
via tsf sapo

Batata ao forno com sardinha

Ingredientes e Preparo:
400 gramas de batata cozida e passada pelo espremedor --
100 gramas de cenoura cozida e passada pelo espremedor;
2 ovos batidos;
1/3 de xícara (chá) de leite;
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão;
2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada;
3 colheres (sopa) de iogurte natural;
2 latas de sardinha.
Preparo:
Bata bem as batatas, as cenouras e o leite. Acrescente os ovos e continue batendo, depois misturam-se os outros ingredientes.
Em uma fôrma coloca-se a metade da massa, as sardinhas escorridas e cobre-se com o restante da massa.
Assar em forno moderado.
Via pt.wikibooks.org/wiki/Livro_de_receitas/Batata_ao_forno_com_sardinhas

sexta-feira, 12 de março de 2010

Os pescadores e o mar (os trabalhadores do oceano)


Só quero deixar aqui uma mensagem de solidariedade e de apoio às famílias dos pescadores (Peniche, Costa da Caparica...) que perderam a vida nestes dois meses de tempestades.
Assim é o mar, mas assim não deveriam ser obrigados a trabalhar estes corajosos trabalhadores do oceano, que nas suas pequenas embarcações frágeis o enfrentam para ganhar a vida.
Assim, também não deveria ser tão pouco reconhecida, esta profissão desqualificada, face a uma verdadeira indústria da pesca.
Mais um mau indicador de uma globalização que fragiliza e desqualifica estes e outros trabalhadores.
...sem palavras...