sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Comunidades de pesca artesanal em Portugal


" Enquanto subsistema da pesca, as pescas artesanais enquadram-se num ambiente económico, legal e administrativo particular, interactuando constantemente com outros subsistemas, como a pesca industrial, a agricultura, a aquacultura ou o turismo, podendo caracterizar-se pela forma tradicional como se organizam, isto é:

com embarcações de pequena e de média dimensão que exercem a sua actividade em pesqueiros relativamente próximos da costa (pesca local ou costeira);

com a propriedade dos meios de produção (embarcações e artes) de pescadores;

com sistemas remuneratórios que se baseiam no rendimento da pesca(remuneração “à parte”), com suplementos em peixe;

com a utilização de grande diversidade de artes de pesca, mas sobretudo das de tipo passivo;"

in Comunidades de pesca artesanal em Portugal de Henrique Souto.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Arte efémera





Gosto imenso deste site e destas efémeras esculturas de peixes de Tavira.




arteefémera

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Activités et stratégies de survie dans une communauté de pêcheurs: le rôle de la femme dans l'économie touristique (Nazaré-Portugal)",





Escallier, Christine (2004) "Activités et stratégies de survie dans une communauté de pêcheurs: le rôle de la femme dans l'économie touristique (Nazaré-Portugal)", in Revista MultiCiência, nº2, Maio 2004. Disponível em < http://www.multiciencia.unicamp.br/artigos_02/rede_1.pdf >, acedido em 2008-06-25.

foto: edouard boubat, nazaré

via nazare - portugal

Sardinhas de escabeche

  • 12 sardinhas
  • 2 dentes de alho
  • 4 cebolas médias
  • 4 dl azeite
  • 2,5 dl vinagre
  • 2 cravinhos
  • 1 ramo salsa
  • 1 colher colorau
  • sal e pimenta.


Preparação:

Depois de escamadas, limpas as tripas e lavadas, fritam-se as sardinhas em azeite. Faz-se um refogado com azeite onde fritaram as sardinhas, as cebolas e os dentes de alho às rodelas. Logo que a cebola esteja frita junta-se o colorau e o vinagre. Colocam-se as sardinhas numa tigela e por cima deita-se o escabeche.

via receitas e menus

sábado, 1 de outubro de 2011

Sardinhas assadas com limão e tomate cereja

"

- 200 gr. tomates-cereja


- zest e sumo de um limão


- 10 sardinhas


- 1 mão cheia de azeitonas pretas sem caroço


- azeite extra virgem


- 1 dente de alho picado


- tomilho e oregãos secos

Aquecer o forno a 180º C. Untar um prato ou travessa de ir ao forno com azeite, e que seja suficientemente largo para que as sardinhas fiquem numa única camada e não sobrepostas. Colocar as sardinhas lado a lado e temperar com sal. Polvilhe com o zest do limão, as ervas, dispôr as azeitonas, os tomates cortados ao meio e ligeiramente prensados com um garfo. Regar com o azeite e o sumo de limão. Cozinhar cerca de 10 minutos, utilizando caso tenha, a placa superior de grill do forno. Servir com pão, batatinha cozida ou simplesmente salada."

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A sardinha, fonte de omega 3

A sardinha não só contém ômega- 3 como fornece o ácido graxo em suas melhores variantes: o eicosapentaenóico, conhecido como EPA, e o docosahexaenóico, o DHA. A título de comparação, vegetais como a linhaça fornecem a gordura como ácido alfalinolênico. “Essa substância é convertida em EPA e DHA graças a enzimas no nosso organismo”, explica Jorge Mancini, especialista em tecnologia de alimentos da Universidade de São Paulo (USP). Mas essas enzimas nem sempre dão conta do recado, especialmente no caso de idosos. “E isso compromete o aproveitamento da tal gordura”, conclui Mancini. Já a sardinha se alimenta de algas ricas no ácido alfalinolênico. Assim, a pequena notável se encarrega de transformá- lo na dupla benéfica, que fica pronta para ser absorvida por qualquer um, em qualquer situação.

“No corpo humano, essas gorduras do bem minimizam a ação nociva de compostos inflamatórios”, explica o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. Dessa forma, ajudam na prevenção de uma série de males que dão as caras em locais díspares como o coração, o intestino e as articulações. Sem falar que ainda entram na constituição da retina e da massa cinzenta. Recentemente, um trabalho da UFSC analisou as quantidades de ômega-3 em diversos peixes da costa brasileira. E adivinhe... “A sardinha foi a campeã de EPA, ficando à frente de pescados como o bonito e o atum”, confirma Visentainer, um dos responsáveis pela avaliação.

Finalmente, como qualquer peixe que se preze, ela é fonte de proteínas de excelente qualidade, ideal para manter os músculos em dia, e fósforo, um mineral que participa da mineralização dos ossos. Portanto, não faltam motivos para que se inclua essa aventureira dos mares no cardápio. Duas ou três vezes por semana é o suficiente."

via saúde

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Barcos do Tejo, de hoje e de ontem


a geografia das sardinhas

"E a verdade é que "a sardinha que se come em Setúbal não é de Setúbal". Pedro sabe melhor do que ninguém o que está a dizer. Por volta da meia-noite, já está a telefonar para a Nazaré para saber como correu a pesca. Se lhe disserem que há peixe, sardinhas e carapaus, é o que lhe interessa, ele encomenda e põe-se a caminho para o ir buscar. Se lhe dizem que "ninguém está a fazer nada" no mar, então liga para o Algarve e lá vai, para ir buscar a meio caminho a sardinha do tamanho que os setubalenses gostam. Às sete, já está no mercado de Setúbal para as vender se conseguir, dorme à tarde um bocado. E se estamos aqui a meio da manhã a discutir isto é porque a sardinha assada é um dos 21 pratos finalistas do concurso das sete maravilhas da gastronomia portuguesa e é identificada com a região de Setúbal. O que Pedro está a dizer não significa que não haja sardinha no mar de Setúbal, nada disso. Há sardinha e os pescadores apanham-na. O que acontece é que são sardinhas maiores e essas vão para Lisboa. No fundo, há um problema de geografia e de sardinhas em Portugal. "Do Tejo para cima, querem a sardinha grande; do Tejo para baixo, querem-na pequena." E os vendedores de peixe, como Pedro Piedade, percorrem o país para norte ou para sul para tentar que a sardinha acerte com a geografia do gosto dos portugueses. Pedro debruça-se na banca e apanha uma sardinha pequenita, e com a outra mão um carapau médio. "Está a ver? É mais ou menos esta a diferença", explica. De Lisboa para cima, as pessoas gostam de sardinhas com o tamanho de pequenos carapaus. A que Pedro está a vender hoje é de Portimão, porque o vento não deixou os pescadores da Nazaré saírem para o mar. " via publico

Salada de atum

Uma simples salada de atum, com salsa, cebolinho, ovos cozidos e legumes, prepara-se em dois minutos e não faz mal a ninguém.


sábado, 3 de setembro de 2011

Sardinhas



Após meses sem conseguir "postar", consegui finalmente compreender o problema técnico que impedia a publicação. Para comemorar, o que é que houvera de ser? - Sardinhas, pois então.
Muitos frescas, quase a saltar do mar.


domingo, 14 de novembro de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

No Tejo também se pesca






















Boa Páscoa, coma uma sardinha






















Uma marca de sardinhas pouco conhecida, na esperança que uma nova dinâmica mantenha e fortaleça todas as conserveiras. É a nossa história, o nosso património, a economia a funcionar e postos de trabalho preciosos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Um postal especial





















Não tarda nada, recomeça a estação das sardinhas.

via A minha Colecção de Postais

Indústrias conserveiras optimistas com certificação da sardinha portuguesa

12 JAN 10 às 12:29
" A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que sexta-feira vai ser atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e avança que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.
«O que se pretende é valorizar o produto do ponto de vista do preço a que é vendido junto do consumidor final», afirma à Lusa Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, que espera que o consumidor saiba valorizar as conservas certificadas das não certificadas no acto da compra.

O responsável adiantou que das 14 indústrias conserveiras a nível nacional a transformar sardinha, 11 já foram sujeitas a auditorias e deverão em breve ter conservas de sardinha com o rótulo azul de qualidade atribuído da «Marine Stewardhip Council» (MSC).

Narciso Castro e Melo revelou que as conserveiras modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha.

Para o secretário-geral da associação, a certificação era aliás «indispensável para aumentar a competitividade» da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.

«É um sector que exporta 60 por cento da sua produção e tem clientes estrangeiros nomeadamente do mercado inglês que exigem a certificação», justificou, sendo esperada uma maior valorização do preço de venda das conservas certificadas.

«A sardinha certificada só traz benefícios para o consumidor porque é uma garantia de qualidade e o consumidor dá resposta ao aumento de qualidade», assegurou António Pinhal, administrador da conserveira “Pinhais e Companhia Lda”, indústria com 89 anos que continua a adoptar métodos de fabrico artesanais nas conservas de sardinha.

Uma estratégia que permite à conserveira de Matosinhos ter um produto de maior qualidade, reconhecido sobretudo no mercado externo ou em lojas gourmet portuguesas.

«As pessoas estão a valorizar a qualidade e não se importam de pagar mais caro», acrescentou.

Por ano, são comercializadas em todo o país 25 mil toneladas de sardinha em conserva, 60 por cento das quais destina-se à exportação, o que permite facturar 250 milhões de euros.

Em todo o mundo, mais de 1500 organizações e sete milhões de toneladas de pescado (12 por cento do total de capturas) estão envolvidas em processos de certificação da MSC, sendo que quatro milhões de toneladas de peixe já são certificadas."
via tsf sapo

Batata ao forno com sardinha

Ingredientes e Preparo:
400 gramas de batata cozida e passada pelo espremedor --
100 gramas de cenoura cozida e passada pelo espremedor;
2 ovos batidos;
1/3 de xícara (chá) de leite;
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão;
2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada;
3 colheres (sopa) de iogurte natural;
2 latas de sardinha.
Preparo:
Bata bem as batatas, as cenouras e o leite. Acrescente os ovos e continue batendo, depois misturam-se os outros ingredientes.
Em uma fôrma coloca-se a metade da massa, as sardinhas escorridas e cobre-se com o restante da massa.
Assar em forno moderado.
Via pt.wikibooks.org/wiki/Livro_de_receitas/Batata_ao_forno_com_sardinhas

sexta-feira, 12 de março de 2010

Os pescadores e o mar (os trabalhadores do oceano)


Só quero deixar aqui uma mensagem de solidariedade e de apoio às famílias dos pescadores (Peniche, Costa da Caparica...) que perderam a vida nestes dois meses de tempestades.
Assim é o mar, mas assim não deveriam ser obrigados a trabalhar estes corajosos trabalhadores do oceano, que nas suas pequenas embarcações frágeis o enfrentam para ganhar a vida.
Assim, também não deveria ser tão pouco reconhecida, esta profissão desqualificada, face a uma verdadeira indústria da pesca.
Mais um mau indicador de uma globalização que fragiliza e desqualifica estes e outros trabalhadores.
...sem palavras...

domingo, 2 de agosto de 2009




Sardinhas, carapaus, sargos e douradas: na rede e fora dela.

sábado, 1 de agosto de 2009

pesca artesanal da sardinha

Aqui em Portugal a sardinha ainda é pescada assim.

A chegada dos tractores.





quarta-feira, 15 de julho de 2009

Festas sardinhais

Acaba hoje o ciclo das festas sardinhais em Lisboa (schniffff...).
São as festas de Lisboa, com sardinha assada, arraiais, música nas ruas e os Santos Populares. E acaba muito bem com Jorge Palma em Belém.




via comboio lisboa o blog luso brasileiro mais interessante que conheço