Acaba hoje o ciclo das festas sardinhais em Lisboa (schniffff...).
São as festas de Lisboa, com sardinha assada, arraiais, música nas ruas e os Santos Populares. E acaba muito bem com Jorge Palma em Belém.
via comboio lisboa o blog luso brasileiro mais interessante que conheço
Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
o conto sardinhas e lua
E o menino, em passos curtinhos, ia sentar-se outra vez à soleira da porta, com a sua sardinha no pedação de broa.
Antes de se aferrolhar no quarto com o primeiro dos homens grandes, a mãe olhava risonhamente o menino, e o menino, semivoltado, olhava seriamente a mãe.
Mas logo da rua surgia o gato - muito afoito, mesmo arrogante, cauda no ar, a exigir.
- Olá, Miau!... - dizia o menino ao gato, afagando-lhe o lombo veludíneo. E dava-lhe da sua sardinha.
Depois, manquitando, acercava-se o cão - tristonho, humilde, cauda entre as patas, a suplicar.
- Olá, Ão-Ão!... - E, acariciando o focinho sofredor do cão, o menino dava-lhe da sua sardinha.
Até que a lua despontava, branca e gorda, no negrume dos telhados.
- Olá luinha!... - Sorrindo, o menino oferecia à Lua o resto da sua sardinha nas mãozitas estendidas, como num prato.
A Lua sorria também ao menino, que julgava ouvi-la dizer:
- Tome Tu, menino.
O que sossegava o menino. A Lua tinha as faces cheias e o menino tinha-as cavadas; a Lua não era como ele, nem como o cão, nem como o gato; a Lua devia comer muitas sardinhas."
(Do Conto "Sardinhas e Lua")
Altino Tojal
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Antes de se aferrolhar no quarto com o primeiro dos homens grandes, a mãe olhava risonhamente o menino, e o menino, semivoltado, olhava seriamente a mãe.
Mas logo da rua surgia o gato - muito afoito, mesmo arrogante, cauda no ar, a exigir.
- Olá, Miau!... - dizia o menino ao gato, afagando-lhe o lombo veludíneo. E dava-lhe da sua sardinha.
Depois, manquitando, acercava-se o cão - tristonho, humilde, cauda entre as patas, a suplicar.
- Olá, Ão-Ão!... - E, acariciando o focinho sofredor do cão, o menino dava-lhe da sua sardinha.
Até que a lua despontava, branca e gorda, no negrume dos telhados.
- Olá luinha!... - Sorrindo, o menino oferecia à Lua o resto da sua sardinha nas mãozitas estendidas, como num prato.
A Lua sorria também ao menino, que julgava ouvi-la dizer:
- Tome Tu, menino.
O que sossegava o menino. A Lua tinha as faces cheias e o menino tinha-as cavadas; a Lua não era como ele, nem como o cão, nem como o gato; a Lua devia comer muitas sardinhas."
(Do Conto "Sardinhas e Lua")
Altino Tojal
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Caminha: Festa do mar com oito toneladas de sardinha em Vila Praia de Âncora

Viana do Castelo, 03 Jun (Lusa) - Oito toneladas de sardinha, regadas com 20 mil litros de vinho verde, vão ser servidas durante a Festa do Mar que decorrerá em Vila Praia de Âncora, Caminha, de 09 a 14 de Junho, anunciou hoje fonte da organização.
Também quero ir!!!!
ler mais aqui no Expresso
Sábado, 16 de Maio de 2009
As primeiras sardinhas do ano
Em Portugal a estação da sardinha, de que gostamos assada, de preferência, começa para aí em Junho.
As primeiras que comemos este ano, eram congeladas, meio secas, bhh, mas tinham vista para o mar de Sesimbra, por isso, nem refilámos. Foi em Abril (não há milagres, em Abril o que há mesmo, são águas mil.)
Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Sardinhas Millésime, s'il vous plaît

Bem, este não é o blog da sardinha (de pé), mas também não é obrigatório falar destas delicadas criaturas em blogs especializados.
Anteontem, vi e ouvi, num programa de televisão, que em França, as sardinhas millésime (creio que a melhor tradução será vintage), são muito apreciadas e consideradas mesmo o "foie gras" do mar.
Dá que pensar: diversificação e reconversão das nossas já debilitadas conserveiras, atendendo a estes novos segmentos de mercado.
para que se saiba, num restaurante chic, uma latinha de sardinhas "millésime", fazendo-se acompanhar de duas batatas (à la vapeur, bien sur) e de um minúsculo legume, custa a módica soma de 20 euros.
Sardinhas Albardadas com Arroz de Berbigão à Alvor
Ingredientes:
2 Pessoas
12 sardinhas;
300 gr de berbigão;
200 gr de arroz;
300 gr de farinha trigo;
3 gemas de ovo;
1 cebola;
1 tomate maduro;
1 dente de alho;
1 folha de louro;
1 ramo de coentros;
2 dl de azeite;
1 dl de vinho branco;
1 dl de água;
5 dl de óleo para fritar;
Sumo de limão;
Salsa;
Sal q. B.;
Pimenta q.b.
Confecção: Abra as sardinhas ao meio e retire-lhes a espinha e a cabeça. Tempere-as com sal, sumo de limão, pimenta e alho picado. Numa tigela junte a farinha, os ovos, a água, o azeite, o vinho, o sal e a pimenta, mexendo bem até estar tudo bem ligado. Depois, bata as claras em castelo e junte à massa anterior, envolvendo bem com uma colher de fibra. Pique a salsa e junte à massa. Passe as sardinhas pela massa e frite-as em óleo quente (180ºc). À parte pique as cebolas, o alho e o tomate sem pele e sementes. Num tacho deite o azeite e faça um refogado com a cebola e o alho. Junte a folha de louro e deixe refogar um pouco.
Junte o miolo de berbigão bem lavado, bem como a água em que ele foi aberto passada por um passador fino ou um pano.
Quando ferver tempere com sal e junte o arroz (numa proporção de uma de arroz para três medidas de água).
Deixe cozer durante mais ou menos 15 minutos. Sirva o arroz malandrinho.
via Câmara Municipal de Portimão
Outras receitas de Sardinhas Albardadas
Livro de receitas
Receitas de culinária
foto e receita petit chef
Sexta-feira, 17 de Abril de 2009
Musée Imaginaire de la Sardine

Com os belos dias da Primavera e verão, regressa a estação das sardinhas. Para abrir a estação, uma visita ao Musée Imaginaire de la Sardine, em Séte, no Sul da França, que nos começa a dar algumas ideias de algo que poderiamos fazer por cá.
Sexta-feira, 27 de Março de 2009
Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
sardinha ao molho
Preparação de Sardinha ao molho:
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.
Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha
ver aqui a receita
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.
Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha
ver aqui a receita
Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Sardinha fica sete vezes mais cara entre a lota e o mercado
Um quilo custa 0,69 euros à saída do barco e é vendido ao público a 4,65 euros
Por José Manuel Rocha
Um quilo de sardinhas, acabadinhas de sair do barco, é vendido na lota de Matosinhos a um preço médio de 0,69 euros. É transportado para um mercado do Porto ou entregue numa peixaria das imediações. Meia hora depois, entra um cliente para comprar um quilo da mesma sardinha. Custo: 4,65 euros.
Num curto espaço de tempo, meia dúzia de quilómetros cumpridos, o preço da espécie mais pescada em Portugal multiplicou-se sete vezes. É caso para dizer que o peixe, tão querido da dieta alimentar dos portugueses, "está pela hora da morte".
As contas foram feitas a partir da informação avançada pela Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura, referente à actividade da frota nacional nos três trimestres que o ano já leva. As capturas somam um forte incremento (mais 19 por cento face ao mesmo período do ano passado no Continente). Um forte ganho de produtividade, porque não houve um aumento do número de embarcações e de pescadores a bordo. Mas a lei da oferta e da procura parece não estar a funcionar, porque os preços queimam mais do que nunca a bolsa dos portugueses.
A pescada é outro exemplo de multiplicação, não dos peixes, mas do custo. O preço médio apurado à saída das lotas para esta espécie é de 3,08 euros por quilo. No mercado, a Direcção-Geral situa um preço final médio de quase 9,7 euros, um acréscimo de mais de 300 por cento que se dilui nos circuitos de comercialização. Outro caso onde maior abundância não significa preço mais em conta é o do polvo - o molusco que é, já, a terceira espécie mais extraída no Continente, este ano com um crescimento nas capturas de 164 por cento face aos primeiros nove meses de 2007. Sai a um preço médio de 4,3 euros por quilo e é reclamado no mercado a 10,14 euros - duas vezes e meia mais caro. Amplitude semelhante encontra-se nos valores a que é transaccionado o peixe espada preto, tendo o linguado uma valorização bastante mais suave - 33 por cento entre a descarga e a peixaria.
Ano de excepção
A actividade da frota portuguesa está a ter, este ano, resultados de excepção. As capturas totais aumentaram, nos três primeiros trimestres, 12,5 por cento face ao período homólogo de 2007. No Continente, a extracção está 19 por cento acima do valor do ano passado, cortando com o cenário de estagnação vivido entre 2006 e 2007.
Entre Janeiro e Setembro deste ano, a frota nacional descarregou 133,4 mil toneladas de pescado, das quais 116,8 mil toneladas dizem respeito à extracção nas águas do Continente. A arte do cerco, onde se incluem as capturas de sardinha, carapau e pescada - espécies fundamentais no balanço económico do sector -, é responsável por metade do total pescado, seguindo-se, em nível de desempenho, a pesca polivalente e a do arrasto, que exige embarcações de maior porte e mais bem equipadas.
Os barcos matriculados na região autónoma dos Açores descarregaram 10 mil toneladas, um recuo de 27 por cento face a 2007, e os da Madeira ficaram-se pelas 5600 toneladas, ligeiramente abaixo do resultado obtido nos primeiros três trimestres do ano passado.
A sardinha continua a ser a espécie mais pescada em Portugal, com um total de 50,4 mil toneladas descarregadas nos portos nacionais (cerca de 38 por cento do total). De um ano para o outro, aumentou 22 por cento as capturas. Este segmento específico da pesca nacional está a colher os frutos de uma prática exemplar de preservação dos stocks.
Há uma década, temeu-se que o caminho apontava para um progressivo desaparecimento dos recursos. Mas os defesos que todos os anos são observados pela frota e a utilização de tecnologia menos predadora (que visa a protecção dos indivíduos juvenis) acabaram por produzir resultados, visíveis na recuperação das capturas.
Seguem-se, no balanço de capturas e por ordem de grandeza, a cavala, com 17,5 mil toneladas, e o polvo, com uma quase triplicação das capturas nos períodos em análise (de 4,3 para 11,4 mil toneladas). A seguir, vêm o carapau, o verdinho e o peixe espada preto.
Jornal Público
Por José Manuel Rocha
Um quilo de sardinhas, acabadinhas de sair do barco, é vendido na lota de Matosinhos a um preço médio de 0,69 euros. É transportado para um mercado do Porto ou entregue numa peixaria das imediações. Meia hora depois, entra um cliente para comprar um quilo da mesma sardinha. Custo: 4,65 euros.
Num curto espaço de tempo, meia dúzia de quilómetros cumpridos, o preço da espécie mais pescada em Portugal multiplicou-se sete vezes. É caso para dizer que o peixe, tão querido da dieta alimentar dos portugueses, "está pela hora da morte".
As contas foram feitas a partir da informação avançada pela Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura, referente à actividade da frota nacional nos três trimestres que o ano já leva. As capturas somam um forte incremento (mais 19 por cento face ao mesmo período do ano passado no Continente). Um forte ganho de produtividade, porque não houve um aumento do número de embarcações e de pescadores a bordo. Mas a lei da oferta e da procura parece não estar a funcionar, porque os preços queimam mais do que nunca a bolsa dos portugueses.
A pescada é outro exemplo de multiplicação, não dos peixes, mas do custo. O preço médio apurado à saída das lotas para esta espécie é de 3,08 euros por quilo. No mercado, a Direcção-Geral situa um preço final médio de quase 9,7 euros, um acréscimo de mais de 300 por cento que se dilui nos circuitos de comercialização. Outro caso onde maior abundância não significa preço mais em conta é o do polvo - o molusco que é, já, a terceira espécie mais extraída no Continente, este ano com um crescimento nas capturas de 164 por cento face aos primeiros nove meses de 2007. Sai a um preço médio de 4,3 euros por quilo e é reclamado no mercado a 10,14 euros - duas vezes e meia mais caro. Amplitude semelhante encontra-se nos valores a que é transaccionado o peixe espada preto, tendo o linguado uma valorização bastante mais suave - 33 por cento entre a descarga e a peixaria.
Ano de excepção
A actividade da frota portuguesa está a ter, este ano, resultados de excepção. As capturas totais aumentaram, nos três primeiros trimestres, 12,5 por cento face ao período homólogo de 2007. No Continente, a extracção está 19 por cento acima do valor do ano passado, cortando com o cenário de estagnação vivido entre 2006 e 2007.
Entre Janeiro e Setembro deste ano, a frota nacional descarregou 133,4 mil toneladas de pescado, das quais 116,8 mil toneladas dizem respeito à extracção nas águas do Continente. A arte do cerco, onde se incluem as capturas de sardinha, carapau e pescada - espécies fundamentais no balanço económico do sector -, é responsável por metade do total pescado, seguindo-se, em nível de desempenho, a pesca polivalente e a do arrasto, que exige embarcações de maior porte e mais bem equipadas.
Os barcos matriculados na região autónoma dos Açores descarregaram 10 mil toneladas, um recuo de 27 por cento face a 2007, e os da Madeira ficaram-se pelas 5600 toneladas, ligeiramente abaixo do resultado obtido nos primeiros três trimestres do ano passado.
A sardinha continua a ser a espécie mais pescada em Portugal, com um total de 50,4 mil toneladas descarregadas nos portos nacionais (cerca de 38 por cento do total). De um ano para o outro, aumentou 22 por cento as capturas. Este segmento específico da pesca nacional está a colher os frutos de uma prática exemplar de preservação dos stocks.
Há uma década, temeu-se que o caminho apontava para um progressivo desaparecimento dos recursos. Mas os defesos que todos os anos são observados pela frota e a utilização de tecnologia menos predadora (que visa a protecção dos indivíduos juvenis) acabaram por produzir resultados, visíveis na recuperação das capturas.
Seguem-se, no balanço de capturas e por ordem de grandeza, a cavala, com 17,5 mil toneladas, e o polvo, com uma quase triplicação das capturas nos períodos em análise (de 4,3 para 11,4 mil toneladas). A seguir, vêm o carapau, o verdinho e o peixe espada preto.
Jornal Público
Domingo, 16 de Novembro de 2008
Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Sardinhas em paier maché para todos os gostos.
Receita da sardinha ao molho
Sardinha ao molho:
Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha
Preparação de Sardinha ao molho:
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.
via saborosas.com
Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha
Preparação de Sardinha ao molho:
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.
via saborosas.com
Escolinhas e sardinhas
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Rio de Mouro
Carregadinho de pão louro.
Arre burrinho da Rinchoa
Carregadinho de meloa.
Arre burrinho, arre burrinho
Castanha assada e muito suminho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre burrinho de Moscovo
Carregadinho de ovo.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
E.B.1/JI de Fitares
4º B
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Rio de Mouro
Carregadinho de pão louro.
Arre burrinho da Rinchoa
Carregadinho de meloa.
Arre burrinho, arre burrinho
Castanha assada e muito suminho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre burrinho de Moscovo
Carregadinho de ovo.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
E.B.1/JI de Fitares
4º B
Pacific sardine
Pacific Sardine (Sardinops sagax caerulea)
• Pacific sardine population levels are high, and no overfishing is occurring.
• The Pacific Fishery Management Council sets an annual quota for the harvest of Pacific sardine based on scientific assessments of the species.
• Sardines are very high in selenium and vitamin B12 and high in calcium, niacin, and phosphorus, but they are also high in cholesterol. For more information, see Nutrition Facts. (USDA)
• The Pacific sardine has experienced a remarkable comeback after populations dropped drastically in the 1950s. Today, this species and fishery are thriving once again.
The Coastal Pelagic Species (CPS) Fishery Management Plan (FMP) was implemented in 1999 to manage Pacific sardines along with other coastal pelagic species. Pacific sardine is assessed annually to provide a scientific basis for the annual harvest guideline (quota) that is established by the Pacific Fishery Management Council for the U.S. fishery. The FMP also includes a limited entry program, provisions to reduce bycatch and bycatch mortality, and monitoring through logbook and observer programs. In 2003, Amendment 10 established a maximum fleet capacity for the CPS fishery, allowed the transfer of limited entry permits, and established criteria for issuing new permits. Amendment 11 was implemented in 2005, establishing the current framework for allocating the coastwide harvest.
Pacific sardine is a transboundary resource, meaning that these fish migrate across international boundaries. To ensure sustainability of the coastwide fishery, Mexico, Canada, and the United States are working to coordinate fishery management and science. The three countries meet annually at the Trinational Sardine Forum.
• Pacific sardine population levels are high, and no overfishing is occurring.
• The Pacific Fishery Management Council sets an annual quota for the harvest of Pacific sardine based on scientific assessments of the species.
• Sardines are very high in selenium and vitamin B12 and high in calcium, niacin, and phosphorus, but they are also high in cholesterol. For more information, see Nutrition Facts. (USDA)
• The Pacific sardine has experienced a remarkable comeback after populations dropped drastically in the 1950s. Today, this species and fishery are thriving once again.
The Coastal Pelagic Species (CPS) Fishery Management Plan (FMP) was implemented in 1999 to manage Pacific sardines along with other coastal pelagic species. Pacific sardine is assessed annually to provide a scientific basis for the annual harvest guideline (quota) that is established by the Pacific Fishery Management Council for the U.S. fishery. The FMP also includes a limited entry program, provisions to reduce bycatch and bycatch mortality, and monitoring through logbook and observer programs. In 2003, Amendment 10 established a maximum fleet capacity for the CPS fishery, allowed the transfer of limited entry permits, and established criteria for issuing new permits. Amendment 11 was implemented in 2005, establishing the current framework for allocating the coastwide harvest.
Pacific sardine is a transboundary resource, meaning that these fish migrate across international boundaries. To ensure sustainability of the coastwide fishery, Mexico, Canada, and the United States are working to coordinate fishery management and science. The three countries meet annually at the Trinational Sardine Forum.
Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
Mercado exótico
100 pacotes de pauzinhos=2,5 euros
Um local excelente para comprar ingredientes chineses e indianos, o mercado do Martim Moniz, que descobri há pouco tempo.
Pour acheter des produits alimentaires chinois et indiens, le Martim Moniz, en plein centre de Lisbonne.
Etiquetas:
Lisboa,
Martim Moniz
Sábado, 1 de Novembro de 2008
As sardinhas e os livros

Céu da Boca
Lembranças saborosas da infância por João Luís de Almeida Machado, Editor do Portal, Planeta Educação, Brasil
"Deliciosos e suculentos peixes. Os frutos do mar e as pescadas são as mais fortes reminiscências das refeições de minha infância. Morávamos no Litoral Norte de São Paulo, mais especificamente em São Sebastião, que lá pelos idos dos anos 1970 ainda não sofria com os congestionamentos e a presença tão acentuada de milhares de turistas a cada final de semana atrás de um abençoado lugar nas belas praias daquela localidade tão espetacular".
"Sardinhas fritas ou assadas eram uma constante no cardápio de minha casa. Deliciosas e crocantes faziam nossa alegria e complementavam ricamente o almoço caseiro".
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
almoço
Caros amigos,
Hoje, em comemoração do lindo dia que está e do primeiro comentário enviado ao Sardinha de Pé, vou comer uma sardinha de lata (e para tal vou abrir uma preciosa lata, ainda tenho que escolher qual delas, tenho pena, coitadinhas), acompanhada por uma salada de tomates - biológicos - e uma sopa de cenoura. E para terminar uma fatias de queijo (também biológico), com uma pão - fresquissimo - de Mafra.
Pronto, já sabem tudo, sim, sim, tudo.
PS: ah, mas sim, estou a trabalhar
Hoje, em comemoração do lindo dia que está e do primeiro comentário enviado ao Sardinha de Pé, vou comer uma sardinha de lata (e para tal vou abrir uma preciosa lata, ainda tenho que escolher qual delas, tenho pena, coitadinhas), acompanhada por uma salada de tomates - biológicos - e uma sopa de cenoura. E para terminar uma fatias de queijo (também biológico), com uma pão - fresquissimo - de Mafra.
Pronto, já sabem tudo, sim, sim, tudo.
PS: ah, mas sim, estou a trabalhar
Adivinha
En honneur a mon premier commentaire, voici un petit jeu.
Quel est l'intrus?
Para festejar o primeiro comentário neste blog, um joguinho: quem é o intruso?
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jogo da sardinha e do atum
Domingo, 12 de Outubro de 2008
Suculento seviche do sardinhas
Encontrei esta deliciosa receita, neste delicioso blog Senhor Prendado
I N G R E D I E N T E S
Sardinhas frescas
Sal grosso
Vinagre de vinho branco
Azeite de oliva
Alho fatiado em lâminas finas
Pimenta “dedo de moça”cortada em rodelas finas
Pimenta em grão ( rosa,branca e do reino)
Ramo de alecrim
Folhas de louro
P R E P A R A Ç Ã O
Limpe bem as sardinhas, abra-as, elimine a cauda e a barbatana do dorso de modo a obter “filés” de sardinhas inteiras. Numa tijela de vidro espalhe uma camada de sal grosso no fundo e sobre ela uma camada de sardinhas justapostas, outra camada de sal e assim sucessivamente até terminar com uma camada de sal. Tape a tijela e deixe as sardinhas desidratarem no sal por exatas TRES HORAS
Passado o tempo necessário retire as sardinhas do sal, sacuda-as e raspe com uma faca o sal para remove-lo. NAO LAVE AS SARDINHAS. Lave a mesma tijela utilizada, seque-a bem e justaponha novamente as sardinhas em camadas. Cubra totalmente todo o conteúdo com o vinagre branco tape novamente a tijela e deixe repousando por mais TRES HORAS.
Por último despeje o vinagre, retire as sardinhas seque-as num pano limpo. Lave mais uma vez a tijela, seque-a e espalhe no fundo algumas lâminas do alho, um pouco da pimenta vermelha em rodelas, uma folha de louro,os grãos de pimenta e vá justapondo as sardinhas sempre intercalando as camadas com os temperos, de forma sucessiva.
Ao final cubra todo o conteúdo com azeite de oliva de boa qualidade, tape a tijela deixe as sardinhas totalmente imersas repousando no azeite por no mínimo DOIS DIAS antes de consumi-las. Conserve em temperatura ambiente, fora da geladeira.
I N G R E D I E N T E S
Sardinhas frescas
Sal grosso
Vinagre de vinho branco
Azeite de oliva
Alho fatiado em lâminas finas
Pimenta “dedo de moça”cortada em rodelas finas
Pimenta em grão ( rosa,branca e do reino)
Ramo de alecrim
Folhas de louro
P R E P A R A Ç Ã O
Limpe bem as sardinhas, abra-as, elimine a cauda e a barbatana do dorso de modo a obter “filés” de sardinhas inteiras. Numa tijela de vidro espalhe uma camada de sal grosso no fundo e sobre ela uma camada de sardinhas justapostas, outra camada de sal e assim sucessivamente até terminar com uma camada de sal. Tape a tijela e deixe as sardinhas desidratarem no sal por exatas TRES HORAS
Passado o tempo necessário retire as sardinhas do sal, sacuda-as e raspe com uma faca o sal para remove-lo. NAO LAVE AS SARDINHAS. Lave a mesma tijela utilizada, seque-a bem e justaponha novamente as sardinhas em camadas. Cubra totalmente todo o conteúdo com o vinagre branco tape novamente a tijela e deixe repousando por mais TRES HORAS.
Por último despeje o vinagre, retire as sardinhas seque-as num pano limpo. Lave mais uma vez a tijela, seque-a e espalhe no fundo algumas lâminas do alho, um pouco da pimenta vermelha em rodelas, uma folha de louro,os grãos de pimenta e vá justapondo as sardinhas sempre intercalando as camadas com os temperos, de forma sucessiva.
Ao final cubra todo o conteúdo com azeite de oliva de boa qualidade, tape a tijela deixe as sardinhas totalmente imersas repousando no azeite por no mínimo DOIS DIAS antes de consumi-las. Conserve em temperatura ambiente, fora da geladeira.
Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008
Amuo
Ainda estou zangada.
Mesmo assim comprei latas de sardinha, de marcas completamente desconhecidas (para mim, pelo menos) e arrumei-as no armário da cozinha, em previsão de uma sesssão fotógráfica em tempos de paz.
Mesmo assim comprei latas de sardinha, de marcas completamente desconhecidas (para mim, pelo menos) e arrumei-as no armário da cozinha, em previsão de uma sesssão fotógráfica em tempos de paz.
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duas novas latinhas de sardinha
Terça-feira, 30 de Setembro de 2008
A terrivel verdade da sardinha do sábado
Maravilhosos ausentes,
O sábado passado fui envenenada por uma sardinha!
Estive doente todo o santo dia e ainda estou em recuperação, mas este é um facto e tão cedo não sei se vou poder aproximar-me da minha musa. Até cometi o sactrilégio de congelar sardinhas, foi um dia em que o mundo perdeu a cabeça, sardinhas no meu congelador (para não as deitar fora, um sacrilégio ainda pior).
Bem, mas o que é facto é que aconteceu. Parce que é um virus que anda por aí, mas a mim só me atacou após a ingestão da fatidica sardinha.
Assim sendo, desenvolvi uma teoria e é com apreensão que a exponho publicamente a uns potenciais milhões de leitores. Será que a sardinha se vingou (por eu ter criado este blog)? será que aproveitou a oportunidade de uma exposição pública para se vingar de todas as sardinhas comidas e digeridas até hoje?
Há que confesssar que é uma grande coincidência e eu não acredito em coincidências (ou acredito?).
O sábado passado fui envenenada por uma sardinha!
Estive doente todo o santo dia e ainda estou em recuperação, mas este é um facto e tão cedo não sei se vou poder aproximar-me da minha musa. Até cometi o sactrilégio de congelar sardinhas, foi um dia em que o mundo perdeu a cabeça, sardinhas no meu congelador (para não as deitar fora, um sacrilégio ainda pior).
Bem, mas o que é facto é que aconteceu. Parce que é um virus que anda por aí, mas a mim só me atacou após a ingestão da fatidica sardinha.
Assim sendo, desenvolvi uma teoria e é com apreensão que a exponho publicamente a uns potenciais milhões de leitores. Será que a sardinha se vingou (por eu ter criado este blog)? será que aproveitou a oportunidade de uma exposição pública para se vingar de todas as sardinhas comidas e digeridas até hoje?
Há que confesssar que é uma grande coincidência e eu não acredito em coincidências (ou acredito?).
Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008
Influências portuguesas na pesca da sardinha no Brasil
Na década de 30 iniciou-se na baía da Ilha Grande a salga da sardinha, introduzida por imigrantes japoneses e portugueses.Chegaram a existir várias fábricas espalhadas por toda a ilha mas entraram em decadência devido ao declínio dos estoques pesqueiros que as levaram à ruína.
Tal redução da pesca deu-se a partir da década de setenta em função de diferentes processos concomitantes e correlacionados, tais como: a pressão de grupos externos de pesca, a redução dos mananciais, o fechamento das fábricas de sardinha e a criação das unidades de conservação (APA Tamoios, Parque Estadual da Ilha Grande, Reserva Biológica da Praia do Sul, Parque Estadual Marinho do Aventureiro
Hoje, das diversas comunidades da Ilha, apenas a de Provetá vive da pesca, sabendo-se que os donos de barcos dedicam-se também ao trabalho com translado de turistas nas épocas propícias.Muito eloqüentes e expressivas da mudança do eixo econômico da atividade da pesca para o eixo econômico da atividade do turismo na Ilha, são algumas das antigas fábricas de sardinha, hoje transformadas em pousadas.
http://www.ilhagrande.org
Tal redução da pesca deu-se a partir da década de setenta em função de diferentes processos concomitantes e correlacionados, tais como: a pressão de grupos externos de pesca, a redução dos mananciais, o fechamento das fábricas de sardinha e a criação das unidades de conservação (APA Tamoios, Parque Estadual da Ilha Grande, Reserva Biológica da Praia do Sul, Parque Estadual Marinho do Aventureiro
Hoje, das diversas comunidades da Ilha, apenas a de Provetá vive da pesca, sabendo-se que os donos de barcos dedicam-se também ao trabalho com translado de turistas nas épocas propícias.Muito eloqüentes e expressivas da mudança do eixo econômico da atividade da pesca para o eixo econômico da atividade do turismo na Ilha, são algumas das antigas fábricas de sardinha, hoje transformadas em pousadas.
http://www.ilhagrande.org
La bérité chour la chardinha.
Yé bé bou dire des choses chour les chardinhas, qué bous né connaichez pas. Car les chardinhas auchi, émigrent des fois.
Donc, mes connaichanches, academicas et praticaches, yé les mettrai ichi, oune contribouchion à la développement de la chienche.
Abec amour et chodade.
Chardinho.
Donc, mes connaichanches, academicas et praticaches, yé les mettrai ichi, oune contribouchion à la développement de la chienche.
Abec amour et chodade.
Chardinho.
Atentados à sardinha: pescar com dinamite
Ocorre cada vez com mais frequência em Espanha um dos mais destrutivos métodos de pesca de sardinha: a pesca com Dinamite.
O explosivo é atirado da embarcação de pesca e explode, trazendo à superfície, os cardumes confusos de sardinhas. O peixe está desorientado e concentra-se numa área reduzida onde é fácil recolhê-lo com as redes.
Mas segundo Pablo Carrera do Museo del Mare de Vigo:
“A velocidade de difusão do som é de 1500 metros por segundo. Destrói o ouvido interno da sardinha, onde reside o sentido de equilíbrio e a sua bexiga natatória, que lhe permite controlar a profundidade. Se não fôr capturada acabará por morrer sozinha em poucos dias.”
A onda destrutiva arrasa também o fitoplacton e o zooplancton, base da alimentação de diversas espécies marinhas.
Tendo em conta a amplitude e gravidade da ameaça a polícia espanhola começou a usar cães para cheirar a carga dos navios de pesca, tendo estes respondido com a colocação da dinamite em contentores estanques presos a bóias que localizam por GPS.
A esta história triste, motivada pela infinita ganância do Homem, falta ainda somar um detalhe… Segundo a reportagem do El Mundo:
“Todos os explosivos encontrados em bóias são de fabricação portuguesa. A nossa suspeita é que vem daí. Um das vias de penetração podem ser os barcos que operam na campanha da sardinha no norte de Portugal.”
in El Mundo, 2006
O explosivo é atirado da embarcação de pesca e explode, trazendo à superfície, os cardumes confusos de sardinhas. O peixe está desorientado e concentra-se numa área reduzida onde é fácil recolhê-lo com as redes.
Mas segundo Pablo Carrera do Museo del Mare de Vigo:
“A velocidade de difusão do som é de 1500 metros por segundo. Destrói o ouvido interno da sardinha, onde reside o sentido de equilíbrio e a sua bexiga natatória, que lhe permite controlar a profundidade. Se não fôr capturada acabará por morrer sozinha em poucos dias.”
A onda destrutiva arrasa também o fitoplacton e o zooplancton, base da alimentação de diversas espécies marinhas.
Tendo em conta a amplitude e gravidade da ameaça a polícia espanhola começou a usar cães para cheirar a carga dos navios de pesca, tendo estes respondido com a colocação da dinamite em contentores estanques presos a bóias que localizam por GPS.
A esta história triste, motivada pela infinita ganância do Homem, falta ainda somar um detalhe… Segundo a reportagem do El Mundo:
“Todos os explosivos encontrados em bóias são de fabricação portuguesa. A nossa suspeita é que vem daí. Um das vias de penetração podem ser os barcos que operam na campanha da sardinha no norte de Portugal.”
in El Mundo, 2006
Locrio de pica pica (sardinas en salsa picante)
Ubicación
País: República Dominicana
Comunidad:
Típica de: República Dominicana
Provincia
Características
Alimentos Base: Sardinas
Dificultad: Media
Tiempo preparación: 35 min.
Comensales 4
Estacionalidad:
Ingredientes
4 tazas de arroz5 latas de sardinas en salsa de tomate picante6 tazas del agua5 cucharadas de aceite4 cucharas de pasta de tomate1/2 taza de ajíes cortados en cubos.1 cucharadita de ajo triturado1/4 taza apio picadito1 cucharadita de perejil finamente picado (opcional)Sal
Preparación
Si no encuentras sardinas en salsa de tomate picante compralas en salsa de tomate y añade salsa Tabasco a tu gusto. Saca las sardinas de la salsa y reserva.En un caldero calienta un poco el aceite, agrega el ajo, las hierbas, la pasta de tomates, las especias y la sal. Revuelve y las sardinas de una lata, deja sofreir por un rato. Añade la salsa que retiraste de las sardinas.Agrega el agua restante y lleva a punto de ebullición. Agrega el arroz. Revuelve regularmente para evitar que se queme en el fondo. Cuando toda el agua ha evaporado agrega las sardinas restantes y cubre con una tapa y deja a fuego muy bajo por 15 minutos. Destapa, revuelve, agregue el aceite y cubre otra vez. Espera otros 5 minutos. Prueba el arroz, debe estar firme pero blando. En caso necesario, cubre y deja otros 5 minutos en fuego muy bajo.
País: República Dominicana
Comunidad:
Típica de: República Dominicana
Provincia
Características
Alimentos Base: Sardinas
Dificultad: Media
Tiempo preparación: 35 min.
Comensales 4
Estacionalidad:
Ingredientes
4 tazas de arroz5 latas de sardinas en salsa de tomate picante6 tazas del agua5 cucharadas de aceite4 cucharas de pasta de tomate1/2 taza de ajíes cortados en cubos.1 cucharadita de ajo triturado1/4 taza apio picadito1 cucharadita de perejil finamente picado (opcional)Sal
Preparación
Si no encuentras sardinas en salsa de tomate picante compralas en salsa de tomate y añade salsa Tabasco a tu gusto. Saca las sardinas de la salsa y reserva.En un caldero calienta un poco el aceite, agrega el ajo, las hierbas, la pasta de tomates, las especias y la sal. Revuelve y las sardinas de una lata, deja sofreir por un rato. Añade la salsa que retiraste de las sardinas.Agrega el agua restante y lleva a punto de ebullición. Agrega el arroz. Revuelve regularmente para evitar que se queme en el fondo. Cuando toda el agua ha evaporado agrega las sardinas restantes y cubre con una tapa y deja a fuego muy bajo por 15 minutos. Destapa, revuelve, agregue el aceite y cubre otra vez. Espera otros 5 minutos. Prueba el arroz, debe estar firme pero blando. En caso necesario, cubre y deja otros 5 minutos en fuego muy bajo.
Comprar sardinhas (nos States)
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Sardinhas da Nazaré - Receita II
Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008
Montes submarinos: Biodiversidade e Pescas
Telmo Morato e Daniel Pauly editaram recentemente um relatório sobre “Seamounts: biodiversity and fisheries”. Este relatório, editado pelo Fisheries Centre Research Report 12(5), faz uma revisão do conhecimento actual em montes submarinos e apresenta informação nova sobre biodiversidade de invertebrados e peixes, sobre vulnerabilidade às pescas de peixes dos montes submarinos, e apresenta também uma análise preliminar das pescarias mundiais que se fazem em montes submarinos. Este relatório foi apresentado no passado dia 7 de Junho numa conferência nas Nações Unidas e serviu de base para algumas ONGs requerem uma moratória sobre a pescas de arrasto de profundidade em montes submarinos. Este trabalho pode ser consultado online em http://www.seaaroundus.org/report/seamountsF.htm. Telmo Morato é um investigador portugês, do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, que se encontra a realizar o doutoramento no Canadá na Universidade de British Columbia.
Chaise Sushi
Sardinha Ibérica
No sábado passado, na loja do Jumbo de Cascais, a diferença entre o preço da sardinha de origem espanhola e a portuguesa causava grande agitação entre os clientes. Toda a gente perguntava porque é que a primeira custava 2,90 euros e a portuguesa 7,90. Sem resposta para as diversas questões da clientela, a simpática funcionária da bancada do peixe disse "Talvez seja porque uma dança sevilhanas e a outra canta o fado."
in Diário de Noticias
in Diário de Noticias
Etiquetas:
visto na imprensa
Da conserva da sardinha - I
Em Portugal, o processo da appertização foi utilizado pela primeira vez em 1865, numa fábrica de atum em Vila Real de Santo António, no Algarve. Por sua vez, a sardinha em conserva teve o seu "berço" em Setúbal em 1880, quando o bretão Delory, tentando aproveitar os óptimos recursos pesqueiros da região, ali fez instalar a primeira unidade conserveira destinada àquela espécie.
in O Sector Conserveiro Português
Fernando Chagas Duarte
in O Sector Conserveiro Português
Fernando Chagas Duarte
Portimão e a pesca da sardinha
(…) Portimão continua a ser, ainda hoje, o terceiro porto sardinheiro do país, atrás de Leixões e Peniche. Mas a actividade está em crise. Não só por causa das políticas restritivas da União Europeia, que têm apoiado mais o abate de embarcações do que a sua modernização, mas também devido ao próprio estado do recurso e à procura que ele tem ou deixa de ter. Carlos Vital revelou que a uma subida quase contínua na tonelagem de sardinha capturada entre 92 e 97, tem-se seguido, nos últimos anos, uma queda acentuada, e "este ano as coisas têm andado particularmente mal". Telmo Gil, em representação da Barlapescas, empresa que controla cerca de 70% da sardinha vendida na lota de Portimão, o que a leva a deter à volta de 20% da cota nacional (e 16% da cota das vendas à indústria conserveira), concorda. "Falta peixe e falta mercado", diz, "por causa da situação das conserveiras". E acrescenta que o pior está ainda por vir. "A Associação Nacional da Indústria Conserveira prevê cortes nas compras já no próximo ano. E nos últimos dois anos, os cortes nas compras ascenderam a cerca de 20 mil toneladas". Quanto ao peixe, o problema não é a ausência, mas sim a qualidade. "Há sardinha", diz Gil, "mas há muita sardinha pequena que não tem valor comercial". É provavelmente uma consequência de um fenómeno que tem vindo a ser estudado pelos cientistas ligados à pesca, relacionado com as medidas de protecção dos recursos que estabeleceram uma determinada malha mínima da rede a fim de não capturar animais demasiado jovens, e deixar que os peixes se reproduzam, mantendo assim o stock. Acontece que aparentemente estas medidas têm tido em várias espécies o efeito perverso de favorecer a sobrevivência dos animais de menores dimensões em detrimento dos maiores, que são pescados em maior quantidade, diminuindo assim a dimensão média dos peixes. Numa analogia canina, é como se durante gerações se fossem matando todos os cães que atingissem um certo tamanho: ao fim de algum tempo só restariam caniches.(…)
in Região Sul
in Região Sul
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visto na imprensa
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
De onde vêem as sardinhas?
Vou tentar manter o ritmo de um post por dia, por enquanto ninguém lê, mas há que batalhar por uma boa causa, que diabos. As sardinhas, essas mini-sereias aladas e aluadas, merecem-no. Ora bem, qual a origem da palavra sardinha?
Tanto quanto sei, da Sardenha, ao largo da qual navegam bandos desta bem-amada, pitéu apreciado dos autóctones.
Tanto quanto sei, da Sardenha, ao largo da qual navegam bandos desta bem-amada, pitéu apreciado dos autóctones.
Receita nº1 Sardinha assada na brasa
Dispõem-se as sardinhas frescas num prato e salgam-se com generosidade.
Colocam-se na grelha até ficaram ligeiramente tostadas e estaladiças.
Entretanto cozeram-se umas belas batatas novas e preparou-se uma salada com tomate maduro, alface, pimentos, polvilhada de salsa e oregão. Rega-se o todo com azeite, de preferência biológico e com sumo de limão.
Desfruta-se ao ar livre, por baixo de um toldo e acompanhada pela sua bebida de eleição.
Colocam-se na grelha até ficaram ligeiramente tostadas e estaladiças.
Entretanto cozeram-se umas belas batatas novas e preparou-se uma salada com tomate maduro, alface, pimentos, polvilhada de salsa e oregão. Rega-se o todo com azeite, de preferência biológico e com sumo de limão.
Desfruta-se ao ar livre, por baixo de um toldo e acompanhada pela sua bebida de eleição.
Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
Fim de Agosto
Numa praia perto de si, estes (ainda) pescadores puxam as redes como os seus antepassados há vários séculos. Preocupo-me com a renovação demográfica desta população, mas eles não: atrás do tractor, vem um jovem louro, com os cabelos salgados e uma argola de prata na orelha. Há gestos que não se perdem.
Na praia aproximo-me, há uma roda perfeita de veraneantes, curiosos e clientes, que esperam pelas cavalas, carapaus, e outras sortes que o mar queira trazer.
Não tenho saco nem balde de praia, lá atrás as duas meninas riem nas suas adolescências e acabam por se aproximar, curiosas.
Quanto é o quilo?
Os pescadores não têm pressa, mas todos os gestos são rápidos e revelam impaciências. Colocam-se os tabuleiros, e dividem-se as familias dos peixes. Alguns caranguejos são atirados para a areia, triste sorte.
Pois não sabe menina que na praia o peixe tem outro pesar. 10 sardinhas 5 euros.
No meio da multidão, conquisto o meu saco de plástico com dez sardinhas semi vivas.
Lembro-me ainda de uma vinda à noite aqui ou noutro bocado da praia, o barco a chegar, e as luzes dos candeeiros a gaz, as vozes das pessoas que não se viam, mas adivinhávamos aqui e ali, e a minha mãe. Tenho saudades. Quero que estes momentos durem e durem e que os meus filhos, os filhos dos filhos deles, continuem a regatear as sardinhas à meia-lua.
Elogio à Sardinha

Em primeiro lugar, um elogio à sardinha: à graciosidade, ao prateado lunar, à sua inteligência individual e colectiva e à sua simpatia.
Um convite à participação dos amadores de sardinha, e porque não de carapaus, sargos ou trutas.
O que vou tentar trazer para este mini fórum público: histórias de sardinha, raramente contadas pela própria, mas quando possivel num registo biográfico; maneiras de ver e (re)interpretar a sardinha, no prato, pois claro, mas também em fotografia, cinema (porque não?), dança, pintura.
Um convite aos pescadores, para que venham também, contar a história do seu longo namoro com estas esguias beldades.
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