Histórias de sardinhas, histoires de sardines, sardines (?) stories, estorias de sardinas (?)
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Activités et stratégies de survie dans une communauté de pêcheurs: le rôle de la femme dans l'économie touristique (Nazaré-Portugal)",
foto: edouard boubat, nazaré
via nazare - portugal
Sardinhas de escabeche
- 12 sardinhas
- 2 dentes de alho
- 4 cebolas médias
- 4 dl azeite
- 2,5 dl vinagre
- 2 cravinhos
- 1 ramo salsa
- 1 colher colorau
- sal e pimenta.
Preparação:
Depois de escamadas, limpas as tripas e lavadas, fritam-se as sardinhas em azeite. Faz-se um refogado com azeite onde fritaram as sardinhas, as cebolas e os dentes de alho às rodelas. Logo que a cebola esteja frita junta-se o colorau e o vinagre. Colocam-se as sardinhas numa tigela e por cima deita-se o escabeche.via receitas e menus
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sardinhas de escabeche
domingo, 2 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Sardinhas assadas com limão e tomate cereja
"
- 200 gr. tomates-cereja
- zest e sumo de um limão
- 10 sardinhas
- 1 mão cheia de azeitonas pretas sem
caroço
- azeite extra virgem
- 1 dente de alho picado
- tomilho e oregãos secos
Aquecer o forno a 180º C. Untar um prato ou
travessa de ir ao forno com azeite, e que seja suficientemente largo para que as
sardinhas fiquem numa única camada e não sobrepostas. Colocar as sardinhas lado
a lado e temperar com sal. Polvilhe com o zest do limão, as ervas, dispôr as
azeitonas, os tomates cortados ao meio e ligeiramente prensados com um garfo.
Regar com o azeite e o sumo de limão. Cozinhar cerca de 10 minutos, utilizando
caso tenha, a placa superior de grill do forno. Servir com pão, batatinha cozida
ou simplesmente salada."
via ovo estrelado
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sardinhas assadas,
tomate cereja
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A sardinha, fonte de omega 3
A sardinha não só contém ômega- 3 como fornece o ácido graxo em suas melhores variantes: o eicosapentaenóico, conhecido como EPA, e o docosahexaenóico, o DHA. A título de comparação, vegetais como a linhaça fornecem a gordura como ácido alfalinolênico. “Essa substância é convertida em EPA e DHA graças a enzimas no nosso organismo”, explica Jorge Mancini, especialista em tecnologia de alimentos da Universidade de São Paulo (USP). Mas essas enzimas nem sempre dão conta do recado, especialmente no caso de idosos. “E isso compromete o aproveitamento da tal gordura”, conclui Mancini. Já a sardinha se alimenta de algas ricas no ácido alfalinolênico. Assim, a pequena notável se encarrega de transformá- lo na dupla benéfica, que fica pronta para ser absorvida por qualquer um, em qualquer situação.
“No corpo humano, essas gorduras do bem minimizam a ação nociva de compostos inflamatórios”, explica o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. Dessa forma, ajudam na prevenção de uma série de males que dão as caras em locais díspares como o coração, o intestino e as articulações. Sem falar que ainda entram na constituição da retina e da massa cinzenta. Recentemente, um trabalho da UFSC analisou as quantidades de ômega-3 em diversos peixes da costa brasileira. E adivinhe... “A sardinha foi a campeã de EPA, ficando à frente de pescados como o bonito e o atum”, confirma Visentainer, um dos responsáveis pela avaliação.
Finalmente, como qualquer peixe que se preze, ela é fonte de proteínas de excelente qualidade, ideal para manter os músculos em dia, e fósforo, um mineral que participa da mineralização dos ossos. Portanto, não faltam motivos para que se inclua essa aventureira dos mares no cardápio. Duas ou três vezes por semana é o suficiente."
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
a geografia das sardinhas
"E a verdade é que "a sardinha que se come em Setúbal não é de Setúbal". Pedro sabe melhor do que ninguém o que está a dizer. Por volta da meia-noite, já está a telefonar para a Nazaré para saber como correu a pesca. Se lhe disserem que há peixe, sardinhas e carapaus, é o que lhe interessa, ele encomenda e põe-se a caminho para o ir buscar. Se lhe dizem que "ninguém está a fazer nada" no mar, então liga para o Algarve e lá vai, para ir buscar a meio caminho a sardinha do tamanho que os setubalenses gostam.
Às sete, já está no mercado de Setúbal para as vender se conseguir, dorme à tarde um bocado. E se estamos aqui a meio da manhã a discutir isto é porque a sardinha assada é um dos 21 pratos finalistas do concurso das sete maravilhas da gastronomia portuguesa e é identificada com a região de Setúbal.
O que Pedro está a dizer não significa que não haja sardinha no mar de Setúbal, nada disso. Há sardinha e os pescadores apanham-na. O que acontece é que são sardinhas maiores e essas vão para Lisboa. No fundo, há um problema de geografia e de sardinhas em Portugal. "Do Tejo para cima, querem a sardinha grande; do Tejo para baixo, querem-na pequena." E os vendedores de peixe, como Pedro Piedade, percorrem o país para norte ou para sul para tentar que a sardinha acerte com a geografia do gosto dos portugueses.
Pedro debruça-se na banca e apanha uma sardinha pequenita, e com a outra mão um carapau médio. "Está a ver? É mais ou menos esta a diferença", explica. De Lisboa para cima, as pessoas gostam de sardinhas com o tamanho de pequenos carapaus. A que Pedro está a vender hoje é de Portimão, porque o vento não deixou os pescadores da Nazaré saírem para o mar. "
via publico
Salada de atum
Uma simples salada de atum, com salsa, cebolinho, ovos cozidos e legumes, prepara-se em dois minutos e não faz mal a ninguém.
sábado, 10 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Sardinhas
Após meses sem conseguir "postar", consegui finalmente compreender o problema técnico que impedia a publicação. Para comemorar, o que é que houvera de ser?
- Sardinhas, pois então.
Muitos frescas, quase a saltar do mar.
domingo, 14 de novembro de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Boa Páscoa, coma uma sardinha
sábado, 3 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Indústrias conserveiras optimistas com certificação da sardinha portuguesa
12 JAN 10 às 12:29
" A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que sexta-feira vai ser atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e avança que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.
«O que se pretende é valorizar o produto do ponto de vista do preço a que é vendido junto do consumidor final», afirma à Lusa Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, que espera que o consumidor saiba valorizar as conservas certificadas das não certificadas no acto da compra.
O responsável adiantou que das 14 indústrias conserveiras a nível nacional a transformar sardinha, 11 já foram sujeitas a auditorias e deverão em breve ter conservas de sardinha com o rótulo azul de qualidade atribuído da «Marine Stewardhip Council» (MSC).
Narciso Castro e Melo revelou que as conserveiras modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha.
Para o secretário-geral da associação, a certificação era aliás «indispensável para aumentar a competitividade» da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.
«É um sector que exporta 60 por cento da sua produção e tem clientes estrangeiros nomeadamente do mercado inglês que exigem a certificação», justificou, sendo esperada uma maior valorização do preço de venda das conservas certificadas.
«A sardinha certificada só traz benefícios para o consumidor porque é uma garantia de qualidade e o consumidor dá resposta ao aumento de qualidade», assegurou António Pinhal, administrador da conserveira “Pinhais e Companhia Lda”, indústria com 89 anos que continua a adoptar métodos de fabrico artesanais nas conservas de sardinha.
Uma estratégia que permite à conserveira de Matosinhos ter um produto de maior qualidade, reconhecido sobretudo no mercado externo ou em lojas gourmet portuguesas.
«As pessoas estão a valorizar a qualidade e não se importam de pagar mais caro», acrescentou.
Por ano, são comercializadas em todo o país 25 mil toneladas de sardinha em conserva, 60 por cento das quais destina-se à exportação, o que permite facturar 250 milhões de euros.
Em todo o mundo, mais de 1500 organizações e sete milhões de toneladas de pescado (12 por cento do total de capturas) estão envolvidas em processos de certificação da MSC, sendo que quatro milhões de toneladas de peixe já são certificadas."
via tsf sapo
" A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que sexta-feira vai ser atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e avança que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.
«O que se pretende é valorizar o produto do ponto de vista do preço a que é vendido junto do consumidor final», afirma à Lusa Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, que espera que o consumidor saiba valorizar as conservas certificadas das não certificadas no acto da compra.
O responsável adiantou que das 14 indústrias conserveiras a nível nacional a transformar sardinha, 11 já foram sujeitas a auditorias e deverão em breve ter conservas de sardinha com o rótulo azul de qualidade atribuído da «Marine Stewardhip Council» (MSC).
Narciso Castro e Melo revelou que as conserveiras modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha.
Para o secretário-geral da associação, a certificação era aliás «indispensável para aumentar a competitividade» da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.
«É um sector que exporta 60 por cento da sua produção e tem clientes estrangeiros nomeadamente do mercado inglês que exigem a certificação», justificou, sendo esperada uma maior valorização do preço de venda das conservas certificadas.
«A sardinha certificada só traz benefícios para o consumidor porque é uma garantia de qualidade e o consumidor dá resposta ao aumento de qualidade», assegurou António Pinhal, administrador da conserveira “Pinhais e Companhia Lda”, indústria com 89 anos que continua a adoptar métodos de fabrico artesanais nas conservas de sardinha.
Uma estratégia que permite à conserveira de Matosinhos ter um produto de maior qualidade, reconhecido sobretudo no mercado externo ou em lojas gourmet portuguesas.
«As pessoas estão a valorizar a qualidade e não se importam de pagar mais caro», acrescentou.
Por ano, são comercializadas em todo o país 25 mil toneladas de sardinha em conserva, 60 por cento das quais destina-se à exportação, o que permite facturar 250 milhões de euros.
Em todo o mundo, mais de 1500 organizações e sete milhões de toneladas de pescado (12 por cento do total de capturas) estão envolvidas em processos de certificação da MSC, sendo que quatro milhões de toneladas de peixe já são certificadas."
via tsf sapo
Batata ao forno com sardinha
Ingredientes e Preparo:
400 gramas de batata cozida e passada pelo espremedor --
100 gramas de cenoura cozida e passada pelo espremedor;
2 ovos batidos;
1/3 de xícara (chá) de leite;
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão;
2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada;
3 colheres (sopa) de iogurte natural;
2 latas de sardinha.
Preparo:
Bata bem as batatas, as cenouras e o leite. Acrescente os ovos e continue batendo, depois misturam-se os outros ingredientes.
Em uma fôrma coloca-se a metade da massa, as sardinhas escorridas e cobre-se com o restante da massa.
Assar em forno moderado.
Via pt.wikibooks.org/wiki/Livro_de_receitas/Batata_ao_forno_com_sardinhas
400 gramas de batata cozida e passada pelo espremedor --
100 gramas de cenoura cozida e passada pelo espremedor;
2 ovos batidos;
1/3 de xícara (chá) de leite;
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão;
2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada;
3 colheres (sopa) de iogurte natural;
2 latas de sardinha.
Preparo:
Bata bem as batatas, as cenouras e o leite. Acrescente os ovos e continue batendo, depois misturam-se os outros ingredientes.
Em uma fôrma coloca-se a metade da massa, as sardinhas escorridas e cobre-se com o restante da massa.
Assar em forno moderado.
Via pt.wikibooks.org/wiki/Livro_de_receitas/Batata_ao_forno_com_sardinhas
sexta-feira, 12 de março de 2010
Os pescadores e o mar (os trabalhadores do oceano)
Só quero deixar aqui uma mensagem de solidariedade e de apoio às famílias dos pescadores (Peniche, Costa da Caparica...) que perderam a vida nestes dois meses de tempestades.
Assim é o mar, mas assim não deveriam ser obrigados a trabalhar estes corajosos trabalhadores do oceano, que nas suas pequenas embarcações frágeis o enfrentam para ganhar a vida.
Assim, também não deveria ser tão pouco reconhecida, esta profissão desqualificada, face a uma verdadeira indústria da pesca.
Mais um mau indicador de uma globalização que fragiliza e desqualifica estes e outros trabalhadores.
...sem palavras...
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domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Festas sardinhais
Acaba hoje o ciclo das festas sardinhais em Lisboa (schniffff...).
São as festas de Lisboa, com sardinha assada, arraiais, música nas ruas e os Santos Populares. E acaba muito bem com Jorge Palma em Belém.
via comboio lisboa o blog luso brasileiro mais interessante que conheço
São as festas de Lisboa, com sardinha assada, arraiais, música nas ruas e os Santos Populares. E acaba muito bem com Jorge Palma em Belém.
via comboio lisboa o blog luso brasileiro mais interessante que conheço
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
o conto sardinhas e lua
E o menino, em passos curtinhos, ia sentar-se outra vez à soleira da porta, com a sua sardinha no pedação de broa.
Antes de se aferrolhar no quarto com o primeiro dos homens grandes, a mãe olhava risonhamente o menino, e o menino, semivoltado, olhava seriamente a mãe.
Mas logo da rua surgia o gato - muito afoito, mesmo arrogante, cauda no ar, a exigir.
- Olá, Miau!... - dizia o menino ao gato, afagando-lhe o lombo veludíneo. E dava-lhe da sua sardinha.
Depois, manquitando, acercava-se o cão - tristonho, humilde, cauda entre as patas, a suplicar.
- Olá, Ão-Ão!... - E, acariciando o focinho sofredor do cão, o menino dava-lhe da sua sardinha.
Até que a lua despontava, branca e gorda, no negrume dos telhados.
- Olá luinha!... - Sorrindo, o menino oferecia à Lua o resto da sua sardinha nas mãozitas estendidas, como num prato.
A Lua sorria também ao menino, que julgava ouvi-la dizer:
- Tome Tu, menino.
O que sossegava o menino. A Lua tinha as faces cheias e o menino tinha-as cavadas; a Lua não era como ele, nem como o cão, nem como o gato; a Lua devia comer muitas sardinhas."
(Do Conto "Sardinhas e Lua")
Altino Tojal
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Antes de se aferrolhar no quarto com o primeiro dos homens grandes, a mãe olhava risonhamente o menino, e o menino, semivoltado, olhava seriamente a mãe.
Mas logo da rua surgia o gato - muito afoito, mesmo arrogante, cauda no ar, a exigir.
- Olá, Miau!... - dizia o menino ao gato, afagando-lhe o lombo veludíneo. E dava-lhe da sua sardinha.
Depois, manquitando, acercava-se o cão - tristonho, humilde, cauda entre as patas, a suplicar.
- Olá, Ão-Ão!... - E, acariciando o focinho sofredor do cão, o menino dava-lhe da sua sardinha.
Até que a lua despontava, branca e gorda, no negrume dos telhados.
- Olá luinha!... - Sorrindo, o menino oferecia à Lua o resto da sua sardinha nas mãozitas estendidas, como num prato.
A Lua sorria também ao menino, que julgava ouvi-la dizer:
- Tome Tu, menino.
O que sossegava o menino. A Lua tinha as faces cheias e o menino tinha-as cavadas; a Lua não era como ele, nem como o cão, nem como o gato; a Lua devia comer muitas sardinhas."
(Do Conto "Sardinhas e Lua")
Altino Tojal
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Caminha: Festa do mar com oito toneladas de sardinha em Vila Praia de Âncora

Viana do Castelo, 03 Jun (Lusa) - Oito toneladas de sardinha, regadas com 20 mil litros de vinho verde, vão ser servidas durante a Festa do Mar que decorrerá em Vila Praia de Âncora, Caminha, de 09 a 14 de Junho, anunciou hoje fonte da organização.
Também quero ir!!!!
ler mais aqui no Expresso
sábado, 16 de maio de 2009
As primeiras sardinhas do ano
Em Portugal a estação da sardinha, de que gostamos assada, de preferência, começa para aí em Junho.
As primeiras que comemos este ano, eram congeladas, meio secas, bhh, mas tinham vista para o mar de Sesimbra, por isso, nem refilámos. Foi em Abril (não há milagres, em Abril o que há mesmo, são águas mil.)
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Pacific Sardine
Sardine
Sardine populations appear to be abundant and healthy and are a best choice.
Consumer Note
The name “sardine” is applied to many small fishes of the herring family, but most commonly refers to the Pacific sardine. Sardine is known as iwashi when prepared for sushi.
Summary
These fishes reproduce rapidly and travel in gigantic schools, but their success depends strongly on a favorable marine environment.
Pacific sardines once supported one of the largest and most profitable fisheries in the U.S., but by the late 1940s, the fish were virtually gone. Although overfishing most likely increased this decline, the dramatic decrease was later found to be part of a natural sardine “boom and bust” cycle which occurs every 30 to 40 years in the Pacific - when a change in water temperature and oceanic conditions favors either sardines or anchovies.
Sardines have made a comeback — good news for people who enjoy these tasty fish, and for the many kinds of seabirds, marine mammals, and other fish in the food web that rely on sardines.
Scientific Reports About Our Ratings
Sardines Seafood Watch Report
via Monterey Bay Aquarium
Sardine populations appear to be abundant and healthy and are a best choice.
Consumer Note
The name “sardine” is applied to many small fishes of the herring family, but most commonly refers to the Pacific sardine. Sardine is known as iwashi when prepared for sushi.
Summary
These fishes reproduce rapidly and travel in gigantic schools, but their success depends strongly on a favorable marine environment.
Pacific sardines once supported one of the largest and most profitable fisheries in the U.S., but by the late 1940s, the fish were virtually gone. Although overfishing most likely increased this decline, the dramatic decrease was later found to be part of a natural sardine “boom and bust” cycle which occurs every 30 to 40 years in the Pacific - when a change in water temperature and oceanic conditions favors either sardines or anchovies.
Sardines have made a comeback — good news for people who enjoy these tasty fish, and for the many kinds of seabirds, marine mammals, and other fish in the food web that rely on sardines.
Scientific Reports About Our Ratings
Sardines Seafood Watch Report
via Monterey Bay Aquarium
Sardinhas Millésime, s'il vous plaît

Bem, este não é o blog da sardinha (de pé), mas também não é obrigatório falar destas delicadas criaturas em blogs especializados.
Anteontem, vi e ouvi, num programa de televisão, que em França, as sardinhas millésime (creio que a melhor tradução será vintage), são muito apreciadas e consideradas mesmo o "foie gras" do mar.
Dá que pensar: diversificação e reconversão das nossas já debilitadas conserveiras, atendendo a estes novos segmentos de mercado.
para que se saiba, num restaurante chic, uma latinha de sardinhas "millésime", fazendo-se acompanhar de duas batatas (à la vapeur, bien sur) e de um minúsculo legume, custa a módica soma de 20 euros.
Sardinhas Albardadas com Arroz de Berbigão à Alvor
Ingredientes:
2 Pessoas
12 sardinhas;
300 gr de berbigão;
200 gr de arroz;
300 gr de farinha trigo;
3 gemas de ovo;
1 cebola;
1 tomate maduro;
1 dente de alho;
1 folha de louro;
1 ramo de coentros;
2 dl de azeite;
1 dl de vinho branco;
1 dl de água;
5 dl de óleo para fritar;
Sumo de limão;
Salsa;
Sal q. B.;
Pimenta q.b.
Confecção: Abra as sardinhas ao meio e retire-lhes a espinha e a cabeça. Tempere-as com sal, sumo de limão, pimenta e alho picado. Numa tigela junte a farinha, os ovos, a água, o azeite, o vinho, o sal e a pimenta, mexendo bem até estar tudo bem ligado. Depois, bata as claras em castelo e junte à massa anterior, envolvendo bem com uma colher de fibra. Pique a salsa e junte à massa. Passe as sardinhas pela massa e frite-as em óleo quente (180ºc). À parte pique as cebolas, o alho e o tomate sem pele e sementes. Num tacho deite o azeite e faça um refogado com a cebola e o alho. Junte a folha de louro e deixe refogar um pouco.
Junte o miolo de berbigão bem lavado, bem como a água em que ele foi aberto passada por um passador fino ou um pano.
Quando ferver tempere com sal e junte o arroz (numa proporção de uma de arroz para três medidas de água).
Deixe cozer durante mais ou menos 15 minutos. Sirva o arroz malandrinho.
via Câmara Municipal de Portimão
Outras receitas de Sardinhas Albardadas
Livro de receitas
Receitas de culinária
foto e receita petit chef
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Musée Imaginaire de la Sardine

Com os belos dias da Primavera e verão, regressa a estação das sardinhas. Para abrir a estação, uma visita ao Musée Imaginaire de la Sardine, em Séte, no Sul da França, que nos começa a dar algumas ideias de algo que poderiamos fazer por cá.
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