terça-feira, 27 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

No Tejo também se pesca






















Boa Páscoa, coma uma sardinha






















Uma marca de sardinhas pouco conhecida, na esperança que uma nova dinâmica mantenha e fortaleça todas as conserveiras. É a nossa história, o nosso património, a economia a funcionar e postos de trabalho preciosos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Um postal especial





















Não tarda nada, recomeça a estação das sardinhas.

via A minha Colecção de Postais

Indústrias conserveiras optimistas com certificação da sardinha portuguesa

12 JAN 10 às 12:29
" A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que sexta-feira vai ser atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e avança que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.
«O que se pretende é valorizar o produto do ponto de vista do preço a que é vendido junto do consumidor final», afirma à Lusa Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, que espera que o consumidor saiba valorizar as conservas certificadas das não certificadas no acto da compra.

O responsável adiantou que das 14 indústrias conserveiras a nível nacional a transformar sardinha, 11 já foram sujeitas a auditorias e deverão em breve ter conservas de sardinha com o rótulo azul de qualidade atribuído da «Marine Stewardhip Council» (MSC).

Narciso Castro e Melo revelou que as conserveiras modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha.

Para o secretário-geral da associação, a certificação era aliás «indispensável para aumentar a competitividade» da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.

«É um sector que exporta 60 por cento da sua produção e tem clientes estrangeiros nomeadamente do mercado inglês que exigem a certificação», justificou, sendo esperada uma maior valorização do preço de venda das conservas certificadas.

«A sardinha certificada só traz benefícios para o consumidor porque é uma garantia de qualidade e o consumidor dá resposta ao aumento de qualidade», assegurou António Pinhal, administrador da conserveira “Pinhais e Companhia Lda”, indústria com 89 anos que continua a adoptar métodos de fabrico artesanais nas conservas de sardinha.

Uma estratégia que permite à conserveira de Matosinhos ter um produto de maior qualidade, reconhecido sobretudo no mercado externo ou em lojas gourmet portuguesas.

«As pessoas estão a valorizar a qualidade e não se importam de pagar mais caro», acrescentou.

Por ano, são comercializadas em todo o país 25 mil toneladas de sardinha em conserva, 60 por cento das quais destina-se à exportação, o que permite facturar 250 milhões de euros.

Em todo o mundo, mais de 1500 organizações e sete milhões de toneladas de pescado (12 por cento do total de capturas) estão envolvidas em processos de certificação da MSC, sendo que quatro milhões de toneladas de peixe já são certificadas."
via tsf sapo

Batata ao forno com sardinha

Ingredientes e Preparo:
400 gramas de batata cozida e passada pelo espremedor --
100 gramas de cenoura cozida e passada pelo espremedor;
2 ovos batidos;
1/3 de xícara (chá) de leite;
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão;
2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada;
3 colheres (sopa) de iogurte natural;
2 latas de sardinha.
Preparo:
Bata bem as batatas, as cenouras e o leite. Acrescente os ovos e continue batendo, depois misturam-se os outros ingredientes.
Em uma fôrma coloca-se a metade da massa, as sardinhas escorridas e cobre-se com o restante da massa.
Assar em forno moderado.
Via pt.wikibooks.org/wiki/Livro_de_receitas/Batata_ao_forno_com_sardinhas

sexta-feira, 12 de março de 2010

Os pescadores e o mar (os trabalhadores do oceano)


Só quero deixar aqui uma mensagem de solidariedade e de apoio às famílias dos pescadores (Peniche, Costa da Caparica...) que perderam a vida nestes dois meses de tempestades.
Assim é o mar, mas assim não deveriam ser obrigados a trabalhar estes corajosos trabalhadores do oceano, que nas suas pequenas embarcações frágeis o enfrentam para ganhar a vida.
Assim, também não deveria ser tão pouco reconhecida, esta profissão desqualificada, face a uma verdadeira indústria da pesca.
Mais um mau indicador de uma globalização que fragiliza e desqualifica estes e outros trabalhadores.
...sem palavras...

domingo, 2 de agosto de 2009




Sardinhas, carapaus, sargos e douradas: na rede e fora dela.

sábado, 1 de agosto de 2009

pesca artesanal da sardinha

Aqui em Portugal a sardinha ainda é pescada assim.

A chegada dos tractores.





quarta-feira, 15 de julho de 2009

Festas sardinhais

Acaba hoje o ciclo das festas sardinhais em Lisboa (schniffff...).
São as festas de Lisboa, com sardinha assada, arraiais, música nas ruas e os Santos Populares. E acaba muito bem com Jorge Palma em Belém.




via comboio lisboa o blog luso brasileiro mais interessante que conheço

segunda-feira, 8 de junho de 2009

o conto sardinhas e lua

E o menino, em passos curtinhos, ia sentar-se outra vez à soleira da porta, com a sua sardinha no pedação de broa.
Antes de se aferrolhar no quarto com o primeiro dos homens grandes, a mãe olhava risonhamente o menino, e o menino, semivoltado, olhava seriamente a mãe.
Mas logo da rua surgia o gato - muito afoito, mesmo arrogante, cauda no ar, a exigir.
- Olá, Miau!... - dizia o menino ao gato, afagando-lhe o lombo veludíneo. E dava-lhe da sua sardinha.
Depois, manquitando, acercava-se o cão - tristonho, humilde, cauda entre as patas, a suplicar.
- Olá, Ão-Ão!... - E, acariciando o focinho sofredor do cão, o menino dava-lhe da sua sardinha.
Até que a lua despontava, branca e gorda, no negrume dos telhados.
- Olá luinha!... - Sorrindo, o menino oferecia à Lua o resto da sua sardinha nas mãozitas estendidas, como num prato.
A Lua sorria também ao menino, que julgava ouvi-la dizer:
- Tome Tu, menino.
O que sossegava o menino. A Lua tinha as faces cheias e o menino tinha-as cavadas; a Lua não era como ele, nem como o cão, nem como o gato; a Lua devia comer muitas sardinhas."
(Do Conto "Sardinhas e Lua")
Altino Tojal

ler mais

Caminha: Festa do mar com oito toneladas de sardinha em Vila Praia de Âncora



Viana do Castelo, 03 Jun (Lusa) - Oito toneladas de sardinha, regadas com 20 mil litros de vinho verde, vão ser servidas durante a Festa do Mar que decorrerá em Vila Praia de Âncora, Caminha, de 09 a 14 de Junho, anunciou hoje fonte da organização.


Também quero ir!!!!


ler mais aqui no Expresso

sábado, 16 de maio de 2009

As primeiras sardinhas do ano






Em Portugal a estação da sardinha, de que gostamos assada, de preferência, começa para aí em Junho.
As primeiras que comemos este ano, eram congeladas, meio secas, bhh, mas tinham vista para o mar de Sesimbra, por isso, nem refilámos. Foi em Abril (não há milagres, em Abril o que há mesmo, são águas mil.)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Pacific Sardine

Sardine

Sardine populations appear to be abundant and healthy and are a best choice.

Consumer Note
The name “sardine” is applied to many small fishes of the herring family, but most commonly refers to the Pacific sardine. Sardine is known as iwashi when prepared for sushi.

Summary
These fishes reproduce rapidly and travel in gigantic schools, but their success depends strongly on a favorable marine environment.

Pacific sardines once supported one of the largest and most profitable fisheries in the U.S., but by the late 1940s, the fish were virtually gone. Although overfishing most likely increased this decline, the dramatic decrease was later found to be part of a natural sardine “boom and bust” cycle which occurs every 30 to 40 years in the Pacific - when a change in water temperature and oceanic conditions favors either sardines or anchovies.

Sardines have made a comeback — good news for people who enjoy these tasty fish, and for the many kinds of seabirds, marine mammals, and other fish in the food web that rely on sardines.

Scientific Reports About Our Ratings

Sardines Seafood Watch Report

via Monterey Bay Aquarium

Sardinhas Millésime, s'il vous plaît


Bem, este não é o blog da sardinha (de pé), mas também não é obrigatório falar destas delicadas criaturas em blogs especializados.
Anteontem, vi e ouvi, num programa de televisão, que em França, as sardinhas millésime (creio que a melhor tradução será vintage), são muito apreciadas e consideradas mesmo o "foie gras" do mar.
Dá que pensar: diversificação e reconversão das nossas já debilitadas conserveiras, atendendo a estes novos segmentos de mercado.
para que se saiba, num restaurante chic, uma latinha de sardinhas "millésime", fazendo-se acompanhar de duas batatas (à la vapeur, bien sur) e de um minúsculo legume, custa a módica soma de 20 euros.

Sardinhas Albardadas com Arroz de Berbigão à Alvor


















Ingredientes:
2 Pessoas

12 sardinhas;
300 gr de berbigão;
200 gr de arroz;
300 gr de farinha trigo;
3 gemas de ovo;
1 cebola;
1 tomate maduro;
1 dente de alho;
1 folha de louro;
1 ramo de coentros;
2 dl de azeite;
1 dl de vinho branco;
1 dl de água;
5 dl de óleo para fritar;
Sumo de limão;
Salsa;
Sal q. B.;
Pimenta q.b.

Confecção: Abra as sardinhas ao meio e retire-lhes a espinha e a cabeça. Tempere-as com sal, sumo de limão, pimenta e alho picado. Numa tigela junte a farinha, os ovos, a água, o azeite, o vinho, o sal e a pimenta, mexendo bem até estar tudo bem ligado. Depois, bata as claras em castelo e junte à massa anterior, envolvendo bem com uma colher de fibra. Pique a salsa e junte à massa. Passe as sardinhas pela massa e frite-as em óleo quente (180ºc). À parte pique as cebolas, o alho e o tomate sem pele e sementes. Num tacho deite o azeite e faça um refogado com a cebola e o alho. Junte a folha de louro e deixe refogar um pouco.
Junte o miolo de berbigão bem lavado, bem como a água em que ele foi aberto passada por um passador fino ou um pano.
Quando ferver tempere com sal e junte o arroz (numa proporção de uma de arroz para três medidas de água).
Deixe cozer durante mais ou menos 15 minutos. Sirva o arroz malandrinho.

via Câmara Municipal de Portimão

Outras receitas de Sardinhas Albardadas
Livro de receitas
Receitas de culinária

foto e receita petit chef

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Musée Imaginaire de la Sardine


Com os belos dias da Primavera e verão, regressa a estação das sardinhas. Para abrir a estação, uma visita ao Musée Imaginaire de la Sardine, em Séte, no Sul da França, que nos começa a dar algumas ideias de algo que poderiamos fazer por cá.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

sardinha ao molho

Preparação de Sardinha ao molho:
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.

Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha


ver aqui a receita

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sardinha fica sete vezes mais cara entre a lota e o mercado

Um quilo custa 0,69 euros à saída do barco e é vendido ao público a 4,65 euros
Por José Manuel Rocha

Um quilo de sardinhas, acabadinhas de sair do barco, é vendido na lota de Matosinhos a um preço médio de 0,69 euros. É transportado para um mercado do Porto ou entregue numa peixaria das imediações. Meia hora depois, entra um cliente para comprar um quilo da mesma sardinha. Custo: 4,65 euros.

Num curto espaço de tempo, meia dúzia de quilómetros cumpridos, o preço da espécie mais pescada em Portugal multiplicou-se sete vezes. É caso para dizer que o peixe, tão querido da dieta alimentar dos portugueses, "está pela hora da morte".

As contas foram feitas a partir da informação avançada pela Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura, referente à actividade da frota nacional nos três trimestres que o ano já leva. As capturas somam um forte incremento (mais 19 por cento face ao mesmo período do ano passado no Continente). Um forte ganho de produtividade, porque não houve um aumento do número de embarcações e de pescadores a bordo. Mas a lei da oferta e da procura parece não estar a funcionar, porque os preços queimam mais do que nunca a bolsa dos portugueses.

A pescada é outro exemplo de multiplicação, não dos peixes, mas do custo. O preço médio apurado à saída das lotas para esta espécie é de 3,08 euros por quilo. No mercado, a Direcção-Geral situa um preço final médio de quase 9,7 euros, um acréscimo de mais de 300 por cento que se dilui nos circuitos de comercialização. Outro caso onde maior abundância não significa preço mais em conta é o do polvo - o molusco que é, já, a terceira espécie mais extraída no Continente, este ano com um crescimento nas capturas de 164 por cento face aos primeiros nove meses de 2007. Sai a um preço médio de 4,3 euros por quilo e é reclamado no mercado a 10,14 euros - duas vezes e meia mais caro. Amplitude semelhante encontra-se nos valores a que é transaccionado o peixe espada preto, tendo o linguado uma valorização bastante mais suave - 33 por cento entre a descarga e a peixaria.

Ano de excepção

A actividade da frota portuguesa está a ter, este ano, resultados de excepção. As capturas totais aumentaram, nos três primeiros trimestres, 12,5 por cento face ao período homólogo de 2007. No Continente, a extracção está 19 por cento acima do valor do ano passado, cortando com o cenário de estagnação vivido entre 2006 e 2007.

Entre Janeiro e Setembro deste ano, a frota nacional descarregou 133,4 mil toneladas de pescado, das quais 116,8 mil toneladas dizem respeito à extracção nas águas do Continente. A arte do cerco, onde se incluem as capturas de sardinha, carapau e pescada - espécies fundamentais no balanço económico do sector -, é responsável por metade do total pescado, seguindo-se, em nível de desempenho, a pesca polivalente e a do arrasto, que exige embarcações de maior porte e mais bem equipadas.

Os barcos matriculados na região autónoma dos Açores descarregaram 10 mil toneladas, um recuo de 27 por cento face a 2007, e os da Madeira ficaram-se pelas 5600 toneladas, ligeiramente abaixo do resultado obtido nos primeiros três trimestres do ano passado.

A sardinha continua a ser a espécie mais pescada em Portugal, com um total de 50,4 mil toneladas descarregadas nos portos nacionais (cerca de 38 por cento do total). De um ano para o outro, aumentou 22 por cento as capturas. Este segmento específico da pesca nacional está a colher os frutos de uma prática exemplar de preservação dos stocks.

Há uma década, temeu-se que o caminho apontava para um progressivo desaparecimento dos recursos. Mas os defesos que todos os anos são observados pela frota e a utilização de tecnologia menos predadora (que visa a protecção dos indivíduos juvenis) acabaram por produzir resultados, visíveis na recuperação das capturas.

Seguem-se, no balanço de capturas e por ordem de grandeza, a cavala, com 17,5 mil toneladas, e o polvo, com uma quase triplicação das capturas nos períodos em análise (de 4,3 para 11,4 mil toneladas). A seguir, vêm o carapau, o verdinho e o peixe espada preto.

Jornal Público

domingo, 16 de novembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Sardinhas em papier maché

Sardinhas em papier maché para todos os gostos.

sardinhas às cores

Sardinhas em papier maché

Sardinhas em papier maché para todos os gostos.

Receita da sardinha ao molho

Sardinha ao molho:
Ingredientes:
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de vinagre
2 dentes de alho
3 tomates sem pele e sem sementes
1 kg de sardinhas limpas
sal a gosto
pimenta a gosto
sálvia
salsinha
cebolinha

Preparação de Sardinha ao molho:
Misturar 3 colheres de azeite com o vinagre, a sálvia, a salsinha, a cebolinha, o alho e os tomates picadinhos, sal e pimenta. Acomodar as sardinhas numa travessa refratária untada com azeite e cobrir com metade da mistura de temperos. Assar por 10 minutos. Virar com cuidado as sardinhas, cobrir com o restante dos temperos e levar ao forno por mais 10 minutos.

via saborosas.com

Escolinhas e sardinhas

LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Rio de Mouro
Carregadinho de pão louro.
Arre burrinho da Rinchoa
Carregadinho de meloa.
Arre burrinho, arre burrinho
Castanha assada e muito suminho.
LADAINHA
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre burrinho de Moscovo
Carregadinho de ovo.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.
E.B.1/JI de Fitares
4º B

Pacific sardine

Pacific Sardine (Sardinops sagax caerulea)
Pacific sardine population levels are high, and no overfishing is occurring.
• The Pacific Fishery Management Council sets an annual quota for the harvest of Pacific sardine based on scientific assessments of the species.
• Sardines are very high in selenium and vitamin B12 and high in calcium, niacin, and phosphorus, but they are also high in cholesterol. For more information, see Nutrition Facts. (USDA)
• The Pacific sardine has experienced a remarkable comeback after populations dropped drastically in the 1950s. Today, this species and fishery are thriving once again.

The Coastal Pelagic Species (CPS) Fishery Management Plan (FMP) was implemented in 1999 to manage Pacific sardines along with other coastal pelagic species. Pacific sardine is assessed annually to provide a scientific basis for the annual harvest guideline (quota) that is established by the Pacific Fishery Management Council for the U.S. fishery. The FMP also includes a limited entry program, provisions to reduce bycatch and bycatch mortality, and monitoring through logbook and observer programs. In 2003, Amendment 10 established a maximum fleet capacity for the CPS fishery, allowed the transfer of limited entry permits, and established criteria for issuing new permits. Amendment 11 was implemented in 2005, establishing the current framework for allocating the coastwide harvest.

Pacific sardine is a transboundary resource, meaning that these fish migrate across international boundaries. To ensure sustainability of the coastwide fishery, Mexico, Canada, and the United States are working to coordinate fishery management and science. The three countries meet annually at the Trinational Sardine Forum.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Mercado exótico



100 pacotes de pauzinhos=2,5 euros








Um local excelente para comprar ingredientes chineses e indianos, o mercado do Martim Moniz, que descobri há pouco tempo.
Pour acheter des produits alimentaires chinois et indiens, le Martim Moniz, en plein centre de Lisbonne.

domingo, 2 de novembro de 2008

my dad & sardines

my dad & sardines
American Poetry Review, The, Jan/Feb 2004 by Derricotte, Toi

my dad's going to give me a self
back.
I've made an altar called
"the altar for healing the father & child,"
& asked him what I could do
for him so he would
do nice for me. he said I should stop
saying bad things about him &, since
I've said just about everything bad
I can think of &, since . . . well,
no, I change my
mind, I can't promise
him that, but even healing is
negotiable, so, if he's in
heaven, or trying
to get in, it wouldn't hurt
to be in touch. the first thing I want is to be able to
enjoy the little things again-for example, to stop peeling

down the list of things I
have to do &
enjoy this poem, enjoy thinking about how, scouring
the cupboards, I found a
can of sardines that
must be five
years old &, since I was home after a long
trip & since it was I A.M. & I hadn't eaten
dinner & since there was no other
protein in the house, I cranked it open &
remembered that
my dad loved
sardines-right before bed-with
onions & mustard. I can't get into my
dad's old heart, but I remember that look on his
face when he would load mustard on a saltine, lay a little
fish on top, & top it with a juicy slice
of onion, then he'd look up at me from his soiled
fingers with one eyebrow
raised, a rakish
grin that said-all
for me!-as if he was getting away
with murder.
Copyright World Poetry, Incorporated Jan/Feb 2004
Provided by ProQuest Information and Learning Company. All rights Reserved
http://findarticles.com/p/articles/mi_qa3692/is_/ai_n9346726

sábado, 1 de novembro de 2008

As sardinhas e os livros















Céu da Boca
Lembranças saborosas da infância por João Luís de Almeida Machado, Editor do Portal, Planeta Educação, Brasil

"Deliciosos e suculentos peixes. Os frutos do mar e as pescadas são as mais fortes reminiscências das refeições de minha infância. Morávamos no Litoral Norte de São Paulo, mais especificamente em São Sebastião, que lá pelos idos dos anos 1970 ainda não sofria com os congestionamentos e a presença tão acentuada de milhares de turistas a cada final de semana atrás de um abençoado lugar nas belas praias daquela localidade tão espetacular".

"Sardinhas fritas ou assadas eram uma constante no cardápio de minha casa. Deliciosas e crocantes faziam nossa alegria e complementavam ricamente o almoço caseiro".

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

almoço

Caros amigos,

Hoje, em comemoração do lindo dia que está e do primeiro comentário enviado ao Sardinha de Pé, vou comer uma sardinha de lata (e para tal vou abrir uma preciosa lata, ainda tenho que escolher qual delas, tenho pena, coitadinhas), acompanhada por uma salada de tomates - biológicos - e uma sopa de cenoura. E para terminar uma fatias de queijo (também biológico), com uma pão - fresquissimo - de Mafra.
Pronto, já sabem tudo, sim, sim, tudo.


PS: ah, mas sim, estou a trabalhar